quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Negócios de Estado


Banco Millennium Angola, um banco outra vez nos Campos da Morte.

«Tchizé delega poderes a Zedu dos Santos

Luanda - Foram notados, no decorrer do ano transato diligências cuja figuração apresentava José Paulino dos Santos “Zedu” na primeira linha a representar interesses, em nome, da sua irmã a deputada e empresaria Welwitchia “Tchizé” dos Santos.

Factos notáveis:
- Zedu dos Santos, foi visto em contacto pessoal com a administração do banco BNI onde a imã Tchizé participava com 13% das acções. Embora sendo cliente da instituição bancaria. Circularam comentários aludindo que os contactos com o Presidente do BNI Mario Palhares ou com o Vice Pr Ricardo de A’abreu, eram em representação de terceiros, neste caso a sua irmã.

- Na primeira etapa que decorreu a aquisição do Canal 2 da TPA para coordenação de Tchizé dos Santos, o irmão Zedu dos Santos foi o principal interlocutor do DG da Empresa, Fernando Cunha. Zedu ou “Dr Paulino” como é respeitadamente chamado pelo DG da TPA chegou a ser recebido na residência deste mas os contactos freqüentes eram mesmo por telefone. As diligências teriam certamente feitas em representação a imã. Foi ela quem afirmou que submeteu ao Ministério da Comunicação Social o pedido para gerir a TPA2.

No inicio do mês de Dezembro foi dado a Zedu dos Santos o protagonismo mediático num concurso de dança denominado “bounce” realizado pela sua empresa Semba produções. Geralmente tipos de iniciativa era o rosto de Welwitchia dos Santos quem dava as caras e aparecia nas entrevistas ao que não foi o que aconteceu desta vez.

Estes pormenores deu azo, em meios atentos em Luanda, a interpretações segundo a qual a Deputada Tchize dos Santos tem passado a delegar poderes/protagonismo dos seus interesses ao seu mano mais novo “Zedu” dos Santos.»

Fonte: Club-k.net

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Orgias entre HIV+ e negativos ganham adeptos


Banco Millennium Angola, o banco gerador da morte.

«Barebacking' cresce no Brasil e torna-se caso de saúde pública

Vagner Fernandes, Jornal do Brasil

RIO - “Procuram-se HIVs”. Impresso em um caderno de classificados dos jornais das grandes metrópoles, o anúncio não passaria despercebido. Do ponto de vista conceitual, HIV é uma sigla que desperta interesse e hostilidade, fascínio e medo, compaixão e ódio.

Estigmatizada até então como o acrônimo da morte, ela vem ganhando novos contornos etimológicos devido a um grupo de homens que praticam sexo com homens (os HSH), absolutamente crentes na teoria de que o vírus da Aids, se contraído numa relação sexual, pode trazer benefícios para seu cotidiano, libertando-o, de uma vez por todas, do uso do preservativo, aumentando o prazer, proporcionado uma liberdade só experimentada no auge da revolução sexual, na década de 70.

A teoria foi posta em prática. E tem nome: "barebacking" (derivado da palavra barebackers, usada em rodeios para designar os caubóis que montam a cavalo sem sela ou a pêlo).

O termo ficou conhecido internacionalmente como uma gíria para o sexo sem camisinha, praticado de preferência em grupo, em festas fechadas, por homens sorodiscordantes (HIVs positivos e negativos).

“Coisa de macho”, garantem os adeptos. O movimento cresce no Brasil, de forma assustadora, e tornou-se uma questão de saúde pública e motivo de preocupação social.

O Jornal do Brasil teve passe livre em dois desses encontros, batizados de bare party (festa bare).

É a primeira vez que um veículo de comunicação ingressa em reuniões nas quais o leitmotiv, ou fetiche, é praticar sexo com pessoas desconhecidas, que possam, acima de tudo, ser soropositivas. Às cegas, todos são guiados apenas pelo que sentem. E, para facilitar a comunicação, criaram um vocabulário próprio.

Festa da conversão

As orgias são chamadas de conversion parties ou roleta-russa. Entre os convidados, há os bug chasers (caçadores de vírus), o HIV negativo, que se lança ao sexo sem camisinha, e os gift givers (presenteadores), os soropositivos que se dispõem a contaminar um negativo.

São esses os responsáveis por entregar o gift (presente), o vírus. Quem participa de encontros bare confirma: o prazer sem barreiras é o que importa. Quanto à Aids, eles não encaram mais a doença como mortal, porém crônica, com tratamento à base do coquetel.

A contaminação, portanto, elimina o medo e apresenta uma perspectiva futura da naturalidade do contato pleno.

– Sou um barebacker assumido – dispara R. H., 31 anos, geógrafo e cientista social, com pós-graduação nas duas áreas.

– Eu odeio camisinha. Acho uma m... É terrível interromper o sexo para colocá-la. Acaba com o meu prazer. No mais, o bare, para mim, é um fetiche. Eu gosto, apesar de ter contraído o vírus da Aids numa festa. Mesmo assim, faria tudo de novo. Não me arrependo.

A declaração aterroriza, preocupa. E só mesmo ingressando no singular mundo dos barebackers para comprovar o que depoimentos, documentários, teses, livros e outros elementos que abordam o tema tentam desvendar ou explicar.

Na maioria das vezes, não conseguem. O que se testemunha numa festa bare está além da imaginação humana, supera os delírios e o surrealismo de Fellini em obras como Satyricon, ultrapassa a sordidez e o ceticismo pasoliniano em Saló ou 120 dias de Sodoma. Não há limites. De verdade.

A constatação pôde ser feita em encontros programados para homens de grupos sociais distintos. Na Ipanema da bossa nova, de gente chique “pulverizada” de Dior, Prada, Gucci, Kenzo, Gaultier e Armani, a reunião começa às 22h num casarão de uma das mais movimentadas e conhecidas ruas do bairro.

A mansão, de três andares, é fechada especialmente para a ocasião. O décor é sofisticado. No primeiro pavimento, paredes brancas contrastam com sofás vermelhos. TVs de plasma 42' exibem clipes de Madonna, Beyoncé, Cher, Christina Aguilera ou filmes com astros e estrelas de Hollywood.

As luminárias brancas rebatem a luz dicróica contra a parede, gerando clima de aconchego, e o bar, com bebidas importadas em sua maioria, está sempre livre. Ninguém fica sobre balcão. Não há tumulto. Claro, é uma festa para pessoas escolhidas a dedo, para poucos, no máximo 60 convidados, informados por e-mail.

Há regras, e elas são claras. É condição sine qua non ficar nu ou no, máximo, com uma toalha (cedida pela produção do evento) amarrada na cintura. Quem se recusa é convidado a se retirar.

Outra exigência: o sexo tem de ser praticado nos ambientes comuns de convivência. Ou seja, nada de se trancar em banheiro, em cozinha, em quarto. Ali, todos estão para ver e serem vistos.

E o ritual começa na entrada, quando os participantes tiram a roupa e guardam as peças em um armário, trancado com chave numerada. O funcionamento é semelhante ao de termas, masculinas ou femininas.

A medida, na verdade, serve para evitar a circulação com dinheiro e cartões de crédito. É precaução. Os que desejam consumir bebidas ou aperitivos, apenas transmitem ao barman o número assinalado na chave.

Os itens são lançados no computador e, no fim da festa, a conta é paga no caixa. O mecanismo lembra o adotado por boates e bares do eixo Rio–São Paulo, com suas tradicionais cartelas de consumação mínima. Só que numa festa bare, a bebida ajuda, os petiscos “fortalecem”, mas não são peças-chave para o divertimento.

Circulando pelos outros andares, a prova: na sala de vídeo, um jovem de cerca de 20 anos se entrega ao prazer, cercado por três homens.

Nenhum deles usa preservativo. A cena é chocante. O rodízio de papéis, durante o ato sexual, é comum nessas festas. Faz parte do jogo. O quarteto não frustra as expectativas dos voyeurs reunidos na porta da sala.

Como “astros do sexo”, diante de câmeras e de uma equipe de produção, atuam com vontade em uma performance longa, nada convencional, sem limites. Quem se propõe a ficar sob os holofotes sabe o risco que corre.

Mas é a sensação de perceber a adrenalina disparar e o coração bater aceleradamente devido ao unsafe sex (sexo inseguro) sem pudores e em público que os impulsiona.

Um deles podia ser gift giver e os outros bug chasers. Ou vice-versa. A probabilidade de o gift (o vírus) estar ali, entre eles, era grande. Ninguém se importava.

Quando terminou a primeira das muitas rodadas de sexo, o boy toy lover (brinquedo sexual) do trio foi jogar paciência em um dos quatro computadores, com internet liberada, instalados no segundo andar.

– As pessoas perdem a noção do perigo em busca do prazer – explica Jorge Eurico Ribeiro, 40 anos, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.

– E o conceito de barebacking se perdeu. Originária da Califórnia, a proposta é a de festas em que um ou mais participantes, sabidamente positivos, são convocados por um produtor para praticar sexo com os convidados sem o uso de preservativos. Todos têm ciência de que, na reunião, há portadores de HIV. O fetiche consiste exatamente na possibilidade de contrair ou não o vírus. Só que, atualmente, há quem acredite que as festas bare são simplesmente um evento para o sexo sem camisinha com participantes negativos, o que é um grande equívoco.

Ribeiro analisa que os barebackers que não apresentam o raciocínio da conversão imaginam, de fato, que, uma vez soronegativos, se limitarem seus relacionamentos com pessoas igualmente soronegativas, estarão fora do risco. Definitivamente não estão.

Há o espaço de tempo de variável (conhecido como janela imunológica) em que um indivíduo já contaminado pelo HIV pode ter resultados de exames laboratoriais de soronegatividade, ou seja, resultados falso-negativos. Testes HIV não são tão matemáticos como se supõe.

No Brasil, o obscuro universo do barebacking é pouco discutido publicamente por especialistas em sexualidade humana. Ainda não há estudo com precisão estatística sobre o número de praticantes, independente de orientação sexual.

No entanto, os relatórios do Ministério da Saúde com dados de infectados pelo HIV, de 1980 a junho de 2008, dão a pista. Os casos acumulados de Aids no país nesse período foram 506.499. Desses, 333.485 (66%) são homens e 172.995 (34%), mulheres. Em 2007, registraram-se 33.689 novos portadores.

Homo, bi ou hetero, todos praticaram sexo sem camisinha. A irresponsabilidade tem preço. E alto. Dos cofres públicos do governo federal saem cerca de R$ 1 bilhão por ano para tratamento exclusivo de soropositivos. Um paciente consome de R$ 5.300 a R$ 26.700 por ano. Cerca de 20 mil pessoas infectadas iniciam tratamento com anti-retrovirais no país, anualmente.

– Sinceramente, não me preocupo com essa questão e nem me sinto culpado. Não estou nem aí em ser um ônus para o governo – enfatiza R. H.»
http://jbonline.terra.com.br/nextra/2009/01/03/e030115675.asp

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Frases célebres 05Jan09


Banco Millennium Angola, um banco tóxico.

RD Congo: combates decorrem numa nova frente no Kivu Norte e Sul
09.11.2008 - 19h53 - Arlindo de Sousa, Viseu - Portugal
Quando somos confrontados com notícias deste género, há logo uma reflexão que se impõe ao nosso espírito. Em tempo de paz, os governantes abandonam completamente as populações à sua sorte, as quais, se encontram algum apoio, recebem-no normalmente apenas de organizações filantrópicas internacionais. Nas fases de guerra civil, maldição que é recorrente, aparece dinheiro a jorros para custear montões de armas e o sustento de milhares de indivíduos, cuja “valentia” se manifesta sobretudo na forma bárbara com que massacram as pobres populações indefesas. Por onde anda a consciência da comunidade internacional?
Público última hora

Anónimo CNE também pode parar nas grelhas! As pessoas que paciente e sacrificadamente trabalharam para o sucesso das eleições,nas assembleias de voto, passando fome, cede, noites as claras, arriscando saude e vida e que até hoje não foram pagos, também vão implementar um processo juridico contra a Comissão Nacional Eleitoral, que está a passar por esperto, tendo prometido fundos e mundos e que depois das eleições e governo e parlamento constituidos, já não se recorda das promessas feitas as pessoas, o que não passa mais senão de um abuso do poder e falta de respeito ao cidadão comum, usado e explorado pelo proprio Estado e Governo. Vamos constituir advogados e levamos o caso ao tribunal Cosntitucional e veremos o que dirá o tal tribunal, que também outros interesses não serve senão aqueles dos governantes, com quem partilha os dinheiros do país.Angonotícias

BAKONGO EM MALANJE Isso só vai provocar guerra. Quantos bilhões de dolares os governantes gastam e não prestam contas no TC. se ele proprio (julião A) come dos gastos. está mais que provado que os dirigentes politicos compraram carros e o resto depositaram nas suas contas. OS NOSSOS DIRIGENTES NÃO TÊM A CULTURA DE GASTAR E MOSTRAR OS GASTOS FEITOS. Ninguem pede contas a Ninguem, um pais a deriva, uma festa com BAR MAIS QUE ABERTO. onde quem está na festa so tira (e são a minoria 5% contra um povo onde 50% analfabeto e 30% somos jovens que nada podemos fazer devido a injecção de bebidas e comida da AJAPRAZ) Haver vamos o final dessa Historia. Angonotícias

David Diz: Janeiro 25, 2008 às 10:12 pm
Angola é um país em reconstrução com procura elevada de mão de obra especializada (em qql área). Sou técnico na área da construção e encontro-me a trabalhar neste país à aprox 3 meses. Já percorri as províncias de Luanda e Cabinda e da pequena experiência vivida posso evidenciar os seguintes pontos:
- Luanda apresenta um custo de vida elevado (muito);
- Tem um transito caótico, quase de perder a paciência;
- Se tiverem possibilidade de escolha, não escolham a Província de Luanda. Encontra-se um caos.
- Venham conscientes que a civilização ficou para trás.
- Aconselho a negociar no vosso contrato de trabalho, alojamento e alimentação incluída, pois já é uma fortuna poupada;
- Não se aventurem com a máq fotográfica. Não são muito adeptos de fotografias.
- Quem não estiver a fim de vir trabalhar seriamente, aconselho a ficar por onde está.
- acredito que qualquer negócio possa ser um sucesso, mas é fundamental ter algo: conhecimento no meio. Para as coisas movimentarem-se, todos os intermediários querem uma fatia do bolo.
- Adorei Cabinda;
http://engenhariacivil.wordpress.com/2007/08/25/mercado-de-trabalho-em-angola-2/#respond

10.11.2008 - 17h09 - Anónimo, Lx
Acho as afirmações do Ministro da Economia sensatas, todos sabemos que as construtoras portuguesas são as empresas mais parasitas de Portugal, basta analisar o historial das obras publicas com os seus monumentais desvios orçamentais. Quem não se lembra do tunel do terreiro do paço e do tunel do rossio? Com este tipo de etica que tanto caractariza a pratica empresarial das construtoras portuguesas se elas forem responsaveis pela construção do novo aeroporto e do TGV talvez lá para 2040 é que as obras estarão prontas e o contribuinte sempre a pagar e a encher as contas bancarias destes parasitas. Não fico nada escandalizado se as obras publicas forem realizadas por construtoras espanholas pelo menos assim temos a garantia que as obras são feitas dentro do orçamento e do prazo.
Público última hora

sábado, 3 de janeiro de 2009

A Festa da Isabel


Banco Millennium Angola, não trabalha com energia eléctrica da rede. Trabalha com um gerador que nos mata dia e noite. É do MPLA matador.

«Convite para festa de revellion de Isabel dos Santos custou 800USD por casal

Luanda - A badalada festa de “réveillon 2008-2009” promovida pela empresária Isabel dos Santos, é até agora tida como a mais cara das festas que ocorreu em Luanda. O preço inicial dos convites por cada pessoa custava 150 dólares americanos.

Em última da hora os mesmos bilhetes/convites chegaram a ser vendidos por 400USD por cada pessoa. (Quer dizer que um casal pagava 800 USD).

O local foi o habitual “Miame Beach”, restaurante pertencente a empresária localizado na Ilha de Luanda. Para aquisição de convites vendidos, em última da hora (comprados na porta do recinto) os organizadores com realce a Isabel dos Santos adoptaram como critério de selecção a exigência de exibição da cópia de um documento de identificação.

Isabel dos Santos terá sido mal interpretada pelos pressentes porque houve quem julgasse que ela estava pedir identificação para certificar se as pessoas fossem da designada “família nobre” próxima ao poder político/económico no país.

As festas de passagem de ano organizada por Isabel dos Santos tornaram-se tradicional devido a sua concorrência e selecção de “bom pessoal” (designação usada para descrever a juventude próxima a elite política/económica).

Festa também badalada ocorreu no restaurante Caribe e Chill out também situados na ilha de Luanda cujos convites chegaram ser comercializados por 200 dólares americanos. O Chill out e o Caribe restaurantes separados por um muro. Os organizadores colocaram uma espécie de ponte que lfacilitava a circulação dos convidados de uma festa para outra.

A festa no cine tropical, algures próximo a Avenida Lenine foi também bastante falada pela sua fineza. Os convites custaram 150 UDS por cada casal.»

Fonte: Club-k.net

Frases célebres 03JAN09


Gil Gonçalves
Banco Millennium Angola, um banco criado por Stephen King.

31.10.2008 - 11h02 - Barão da Açorda, EXCELSUS NOBILIATIS
Perguntava um ministro Angolano de visita a Portugal na imponente vivenda do seu colega Português. ANGOLANO - Como conseguiste tão bela casa? PORTUGUÊS: Estás a ver ali aquela estrada? ANG- Sim, estou a ver. PORT: Fui eu que a mandei construir. Meses depois o ministro Português no fautoso palácio do colega Angolano. PORT- Como é que conseguiste um palácio destes? ANG: Estás a ver ali aquela estrada? PORT- Não , não estou a ver estrada nenhuma. ANG: Fui eu que a mandei construir.

31.10.2008 - 10h21 - josé costa - casal do marco, casal do marco
«entre 1993 e 2000.». Para nós o que mais importa é ter a consciência de que a CGD, banco do estado, está envolvido bem assim como quem esteve no governo durante estes anos. E já que estamos em tempo de falar verdade, comecemos por dizer aos portugueses quais foram as contrapartidas duma célebre reunião que se realizou em Paris entre o PS, PCP e uma representação da URSS. Estes partidos mais alguns em nome individual,foram financiados pela URSS em 2 milhões de contos(em 73 era muito dinheiro), para fazerem a revolução em Portugal. Mas a ÚNICA exigência que a URSS fez foi a de que as nossas Provincias Ultramarinas da Guiné, Angola e Moçambique, fossem entregues directamente, sem consultas às populações das mesmas e de Portugal, directamente aos movimentos terroristas que lutavam contra o nosso país e mataram largos milhares de portugueses, homens, mulheres e crianças,que eram directamente financiados e apoiados logisticamente por Moscovo! Foi aquilo que aconteceu! O Mário Soares, o Almeida Santos e o Melo Antunes trabalharam dia e noite para cumprirem as ordens dos seus donos de Moscovo, traindo a Pátria e o povo português! PS, PCP e BE são os traidores de Portugal!

02.11.2008 - 19h09 - salteadoresdaarca, Portugal
O Governo descobriu agora que o melhor é pagar com dívida publica. Ou seja não temos dinheiro, mas emitimos mais uns milhões de dívida pública e está tudo certo. Foi isso que os EUA têm feito há cinquenta anos e, agora estão falidos. WWW.SALTEADORESDAARCA.COM É a forma mais fácil de pagar é emitir títulos de dívida pública, para pagar num futuro a 5 10 anos. E quando chegar a essa altura emite-se mais dívida pública para pagar a anterior e por aí adiante. O esquema é simples e cómodo. Quem fica na miséria é o povo, que desconta cada vez mais, e nem sabe para quê..... Neste caso para pagar as dívidas do BPN, e pagar os aumentos sucessivos de capital da CGD...... Sobra cada vez menos para a saude, educação, investimentos para os cuidados paliativos, menos dinheiro para os desempregados, cada vez as reformas são mais pequenas...... Cada vez se vive com menos dinheiro, porque o Governo o vai gastando aos milhões.....

07.11.2008 - 09h59 - Sousa da Ponte, UK
Os africanos que se desenrasquem. A Europa nao tem armas nem soldados para mandar para la. Para depois serem vistos como intrusos e acabarem como os americanos tripulantes de um helicoptero em Mogadiscio? Nao, obrigado.

08.11.2008 - 19h05 - Gonçalo, Vilamoura
Subscrevo as palavras de Manuel Maria Carrilho, publicadas no DN (08/11/2008): "...tudo aponta não só para a cumplicidade dos auditores, mas também para a incapacidade da regulação e para a inutilidade da supervisão, suscitando legítimas dúvidas sobre a acção do Banco de Portugal.". Nem mais!

Público última hora

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Frases célebres 02Jan09



Gil Gonçalves
Banco Millennium Angola. Por este andar, daqui a alguns dias, viver em Luanda será impossível.

Porto.
Que falta de seriedade . Há pouco tempo todos os bancos comunicavam que não tinham problemas com o crédito Mal Parado , agora já se fala é com o excesso de casas com que os bancos estão a ficar, o que é isto ? Crédito Mal parado. Portugal também está a desenvolver uma crise de sub-prime , mas a nossa talvez venha a ser pior pois os portugueses não tem estrutura, nem empregos para poder fazer face ao pagamentos dos empréstimos. Os banco relamente já não vão poder emprestar mais dinheiro , porque senão estão a correr graves riscos.Pois em tempos lembro-me de uma campanha do Bloco de Esquerda que estavam a pensar levar avante , Portugueses Não paguem a prestação este mês, quem ouviu isto , pensava que era bricandeira neste momento a tendência é para não pagar nenhuma. Tenho muita pena isto é nehuma , mas os banco ainda não sofreram nada em Portugal , vão começar. Pois as pessoas vão deixar de cumprir as suas obrigações. Vai prevalecer a anarquia financeira salve-se quem poder.
Diário Económico

23.10.2008 - 10h15 - João Serra, Lisboa
Conheço uma mãe solteira (sem apoios do pai) que teve de ficar em casa estes últimos dias, porque o dinheiro que lhe sobra, depois da renda, do colégio da miuda e da alimentação, não deu para pagar o passe. Se isto não é dramático (alguém que tem trabalho e não pode ir trabalhar), o que é?

23.10.2008 - 10h49 - Zé, Portugal
Países sem classe média temos muitos exemplos na Ásia e África.. Meia Dúzia de Ricos (umas quantas famílias e militares/polícia para manterem a populaça debaixo de olho). É isto que queremos? Usualmente é a classe média que vai ao Supermercado gastar 5 ou 10€ em KILOS de comida para ajudar os pobres (tantas vezes o fiz/faço e não custa nada)... Quando desaparecer quem o fará? Estou farto desta treta de Socialismo dos pobres onde só se distribui o que fica da classe média para baixo e os ricos continuam felizes. Mais vale 500.000 muito pobres com 1.500.000 a ajudar que 2.000.000 de pobres à espera duma esmola dos ricalhaços que de tão forretas nem um pacote de arroz dão. Nunca votei em Socialistas e cada vez tenho mais a certeza que nunca o farei! Porque são socialistas com o que é dos outros, o seu bolso parece uma caixa forte!

3.10.2008 - 09h52 - Antonio, Coimbra
Tenho 51 anos, tecnico de contas e estou na mesma situação, sou divorciado e após meu divorcio fiquei sem nada. Vivo cheio de medo de perder meu emprego e os patroes valem-se da situação de crise para se verem livres dos empregados com mais de 40 anos. É o mundo que escolhemos para viver. Temos todos juntos que mudar esta situação, nem que seja com nova revolução que nao será de cravos.

23.10.2008 - 09h34 - Rui Miguel, Cacém, Portugal
tenho neste momento 33 anos, trabalhador estudante, empregado dos CTT e estudante de engenharia informática (2º ano), mas esta a ser muito dificil pagar as despesas mensais. Estou a prensar desistir dos estudos, entregar as chaves de casa ao banco e ir viver para casa dos meus pai, infelizmente é este país de 3º mundo e deprimente em que vivo e em que não tenho orgulho nenhum em viver.

27.10.2008 - 16h34 - Grapilho, 2008
…Quanto à nata do país, concordo com o meu amigo. E, nunca ele esteve tão bem servido, de gente pensante. Basta ver os últimos dois anos, de uma intelectualidade afirmada, pela publicação de tanto livro...

27.10.2008 - 14h31 - Zé, da esquina, Hispânia
Eu diria que o melhor mesmo é entregar o país a Espanha. Senão vejamos. Além do combustível mais barato, poupavamos uma data de dinheiro em salários de políticos.
Público última hora

Presidente da República de Angola (?)


Banco Millennium Angola, um banco altamente especializado no roubo de terrenos, e câmaras de gás.

«Mensagem de fim de ano do engenheiro Gregório, Candidato à Presidência da República de Angola

Bélgica - A mensagem que se segue é do líder do PNEA e candidato a presidência da Republica, engenheiro Gregório que é responsável pelo texto na integra.

Queridos amigos e compatriotas angolano, Para nós os ecologistas, 2009 deve ser o ano dos atos e não só de votos especialmente em período de crise profunda onde ela se expressa o que nós suportamos todo o jogo de emanações.

Então, nós quisemos começar este ano, esta vez convoco porque digamos já é demais.

Enquanto convidando a família angolana de Cabinda em Cunene, e os nossos amigos aos momentos como este aqui pensar duas vezes novamente neste ano novo pôr bases fortes sólidas desta cultura humana de grande civilização por excelência, a democracia.

Nós PNEA, vos convida a mostrar a evidência das análises da situação para entender os atenuantes e os resultados deste teste inúmero da república depois do um dos 5/09/08.

Nós também tentamos para determinar dos fatos e gestos do poder, as bases desta crise e o grau de implicação de sua administração como também as estacas desta comédia fatal.

Cronometrando e progride do processo tenha o que reencaminhar e causar alguns numerosos interrogatórios.

Nós tentamos trazer a nossa maneira, uma explicação para todos estes interrogatórios do resto legitima, aquele a maioria dos concidadãos pousam-se. Nós procedemos pela análise dos papéis do poder diante da estaca da crise que debilita o país.

Dali em diante, nós assistimos desde há vários meses a decadência do Estado e repetidamente nós denunciamos os ventos do regime parlamentar presente de 5 de setembro de 2008 ao poder em Angola e sua inabilidade promover a reconstrução nacional e o progresso social.

O poder assiste à crise humanitária séria e sécuritaire que bateram no jogo das populações do país, condenado ao vagar por uma cortina e políticas criminais, duramente passivamente.

Considerando que em Luanda leva a insegurança política que dimensões multiformes e a crise ecológica sistêmica estão destruindo o pano patrimonial e econômico da Angola produtiva lentamente amanhã.

Enquanto esperando, como é que se faz faça uma visão de tudo para a reconstrução, um poder potencialmente demagogo onde nenhuma ação séria foi empreendida para dar à população o gosto viver na harmonia entre angolano, considerando que a pressão de separatista durou tanto anos ?

Nós o PNEA, prefere ao ver pôr alguns atos.

E fazer esquecido aos nossos compatriotas os mãos dias do passado, o nosso Candidato único e a escolha espiritual do nosso Deus todo poderoso, o engenheiro Gregório NSumbu MBala será o próximo Presidente da República.

De qual toda a equipa do Partido em Luanda, é aqui fora através da sua missão especial o pé da União Européia tenham a mesma convicção e deseja que andem melhor para todas e a todos.

Que o ano 2009 seja bom e magnífico!

Pelo engenheiro Gregório NSumbu Mbala
Candidato à Presidência da República de Angola»

Fonte: PNEA e Club-k

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Frases célebres 01Jan09

Gil Gonçalves
E tudo o Banco Millennium Angola roubou nas traseiras do prédio 109 da rua rei Katyavala, em Luanda.
jose mario
ontem passou na TV canal 1 uma reportagem com uma "heroina" de todos os dias que vive ela e o filho com pouco mais de 400 euros por mês. dá que pensar como é possivel num país miserável como o nosso (Portugal) haver depois gestores públicos a receber o que recebem. moral ? deixem-me rir....
Diário Económico

05.10.2008 - 14h43 - Mangolé, lisboa
O novo ministro do Negocios extranjeiros ex-embaixador na tuga já avisou, para angola a lei da reciprocidade é para cumprir, angolano repatriado, purtugues repatriado seja ele bandido ou não é toma-lá dá cá, veremos quem vai piar primeiro. hoje em dia quem diria que haveria mais tugas em angola que angolanos na tuga. gostam de utilizar os inmigrantes como bode expiatorio das vossas maleitas, nós ja produzimos o 7,5 do PIB portugues o, quem aufere o RMRS é porque descontou para tal e esta lista esta cheio de portugueses é pura mentira dizer que os inmigrantes ilegais auferem este subsidio ou outro, informem-se antes de dizer disparates.
Público última hora

Crianças de rua: "Têm entre 16 e 18 anos, pedem 25 euros para ir com um cliente"
Público última hora

05.10.2008 - 13h55 - maldicaododia.wordpress.com, Mundo
Sociedade hipocrita: Prostituição às claras em locais bem determinados em que toda a gente sabe. Alguns dos maiores clientes das casa de alterne são policias e altas patentes do exercito. Negocios de milhoes onde se mistura trafico de droga e imigração e o mais engraçado é que os moralistas não se importam de ver um filme porno em que as mulheres estão a ser pagas para ter sexo. Paro o moralismo imaculado a prostituição pode ser degradante, para quem a practica pode não ser. é tudo uma questão de opção.
Público última hora

13.10.2008 - 16h46 - laga, lisboa
já há dinheiro para salvar bancos ???? que estranho!!!!!!! estou indignada !!!!!estou enojada!!!!!!!!estou doente!!!!!!!já perdi a minha sanidade mental! esses "administradores dos bancos" devolvam-nos o dinheiro que esconderam nos paraisos fiscais e nos off-shores, devolvam as mansões,os topo de gama,os iates, devolvam tudo,mas não fiquem com a minha casinha.
Público última hora

17.10.2008 - 18h12 - Jose Alexandrino, Aveiro
Sou da opinião que o Primeiro Ministro tem feito um excelente trabalho, em périplos aos Países do Mediterrâneo , da África Austral, como Angola e Sul Americanos como Venezuela e Brasil. Está no bom caminho e talvez seja a única saída para o drama económico português em que vivemos. Podem dizer o que disserem, o negocio do Computador Magalhães e negócios de petróleos no Brasil e Venezuela, contratos de construção social na Venezuela e outros, são o exemplo de uma diplomacia descomplexada e a pensar no minimizar de algumas tensões sociais e até de sinais de pobreza em Portugal. As megas Obras Publicas devem evoluir em função destes resultados económicos positivos. Penso que o tema da Energia Nuclear devia ser tema de discussão Publica, na prespectiva da resolução da dependencia energética Portuguesa.
Público última hora

17.10.2008 - 18h05 - El matador, república das bananas
Dou uma sugestão aos patos bravos e aos adeptos do betão: já agora, para enfrentar a crise, construam-se mais uns estádios de futebol como aqueles que temos, porque esses já não servem e não chegam para tanto público...
Público última hora

Naturalmente que a maioria desta gente ou já mora ou pretende morar num condomínio fechado com segurança privada, mas olhe que no Brasil já nem isso lhes dá segurança suficiente.
Diário Económico

Angola coloca em órbita satélite


«Fonte: IGOV Central - Editado por AD
Wednesday, 31 December 2008
O Governo angolano anunciou que vai lançar no início de 2009 um satélite de apoio ao sector das telecomunicações. A revelação foi feita pelo ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, num evento onde fez um balanço do seu ministério em 2008.

O objectivo deste satélite, denominado Infrasat, é permitir às operadoras do país disponibilizarem serviços de telefone e Internet nas áreas remotas de Angola.

Em relação ao trabalho alcançado nos últimos 12 anos, o governante destacou a informatização de todos os postos de correio angolanos e a instalação de cibercentros em diversas províncias.

Para 2009, além do lançamento do Infrasat, José Carvalho da Rocha anunciou que o Governo está a preparar um livro branco sobre Telecomunicações e Tecnologias de Informação e uma forte aposta na formação de recursos humanos em tecnologias, a nível pré e pós universitário.»

In http://www.angoladigital.net/negocios/index.php?option=com_content&task=view&id=2021&Itemid=47