segunda-feira, 7 de abril de 2014

Luanda. Banco millennium, há duas semanas que não consegue levantar dinheiro



O que se passa com o Bank Millenium Angola?
Esta tudo maluco.
Tenho dinheiro na conta, ha ja 2 semanas no VISA card que nao consigo tirar, reflete saldo positivo em segundo negative, desgovernadamente esta a me deixar louca.
Numeros no site e do cartao nuca esta disponivel,imail nao respondem.
Deolinda Silipa Informacao da conta completamente doida, hora tem dinheiro hora ou minuto depois ja nao tenho.
Estás em África... ahahahahah
E eu qro la saber, quero e pagar as minhas contas do mes.

Deolinda Silipa. Facebook
Imagem: altohama.blogspot.com

Bebê de nove meses é acusado de tentativa de assassinato no Paquistão


A criança jogou pedras e feriu policiais
Um bebê de nove meses está sendo acusado de tentativa de assassinato na cidade de Lahore, no Paquistão. Muhammad Mosa Khan recebeu a acusação depois de ter jogado pedras e ferir policiais que investigavam uma denúncia de roubo de gás na comunidade onde ele vive.

http://epocanegocios.globo.com

O advogado da família, Irfan Tarar, disse à BBC que no dia do incidente a criança estava com outras 30 pessoas que atacaram os policiais com pedras.
Segundo o The Express Tribune, a criança foi levada ao tribunal por seu avô e só foi liberada sob fiança depois de assinar os documentos com sua impressão digital.
Críticos ao Paquistão reclamam do ato, alegando que a idade mínima para a responsabilidade penal no país é de 12 anos.
Imagem: Muhammad Mosa Khan, de apenas 9 meses, está sendo acusado de tentativa de assassinato (Foto: Reprodução/YouTube)

domingo, 6 de abril de 2014

Morre o ator José Wilker, aos 66 anos


Carreira foi marcada por personagens marcantes no cinema e na televisão.
Entre eles, Roque Santeiro e Giovanni Improtta, de “Senhora do Destino”.

A dramaturgia brasileira perde José Wilker. O ator morreu hoje, no Rio de Janeiro, aos 66 anos. Em mais de 40 anos de carreira, o ator José Wilker colecionou interpretações marcantes. O cearense de Juazeiro do Norte também se destacou na direção e na crítica de cinema.

http://g1.globo.com

José Wilker ficou conhecido do público como um grande ator. Interpretou personagens célebres. O primeiro protagonista de sucesso foi Mundinho Falcão, em “Gabriela”, adaptação do romance de Jorge Amado, um marco na história da teledramaturgia brasileira.
Em 1985, viveu Roque Santeiro, personagem central da trama escrita por Dias Gomes e Aguinaldo Silva, uma das novelas de maior sucesso da televisão.
A carreira foi marcada por muitos outros personagens carismáticos como Giovanni Improtta, de “Senhora do Destino”. O ex-bicheiro lançou bordões repetidos em todo o país.
Ele atuou também em mais de 40 filmes. Um dos destaques foi a interpretação de Vadinho, em “Dona Flor e seus Dois Maridos”. Em “Bye Bye Brasil”, de Cacá Diegues, viveu Lorde Cigano, artista que cruzou o Brasil em uma caravana fazendo espetáculos mambembes.
A última participação como ator em novelas foi em 2013, em "Amor à Vida", de Walcyr Carrasco, na qual interpretou o médico Herbert. José Wilker fazia e entendia de arte.
Amigos e colegas de trabalho de José Wilker comentaram a perda do ator. "Ele tinha muito mais a oferecer. Ele era um enorme diretor, era um escritor excepcional. Por umas duas ou três peças que eu vi do Wilker, eu cheguei a conclusão que ele poderia se tornar um dos grandes escritores de teatro do nosso país. É uma perda grande, é uma perda enorme. Porque nós perdemos, no meu ver, um dos mais dotados artistas deste país. Eu diria até de todos os tempos porque é tão difícil você acumular tanto talento e tanta capacidade em tantos segmentos da atividade, que realmente é uma perda irreparável", lamenta o ator Juca de Oliveira.
O Jornal Hoje conversou por telefone com o ator Milton Gonçalves e também com o produtor da peça de teatro que José Wilker estava ensaiando, Cláudio Rangel.
"A gente esteve junto em uma boa parte do dia ontem. Trabalhamos ontem, tudo. De noite, ensaiamos um espetáculo que ele está dirigindo, um espetáculo com Ary Fontoura. Ele ensaiou normalmente e voltou para a casa dele, para a casa da mulher dele de noite. Estava tudo aparentemente normal, tudo bem. Eles ficaram conversando, jantaram e foram dormir. E ele sofreu essa parada cardíaca dormindo. Assim que a esposa dele acordou, soube e percebeu isso, chamou os médicos correndo. Os médicos vieram e tentaram reanimá-lo, mas foi em vão, foi impossível", relata Cláudio Rangel, produtor de teatro.
A morte de José Wilker também foi comentada nas redes sociais. O autor Aguinaldo Silva escreveu: "Fizemos dezenas de trabalhos juntos. Era jovem demais para morrer. Sem José Wilker, ficamos menores e mais pobres".
E a presidente Dilma Rousseff comentou: "Ator, crítico de cinema e exemplo de dedicação à arte. José Wilker nos presenteou interpretações que se tornaram ícones do cinema e da TV".
A família do ator e diretor ainda não informou onde será o velório dele nem se o enterro será no Rio ou no Ceará, onde nasceu. José Wilker morreu dormindo na madrugada de sexta-feira (4) para sábado (5), segundo o produtor de teatro Cláudio Rangel. Wilker estava na casa da atual mulher, Cláudia Montenegro, e teve um infarto. Quando ela acordou, Wilker já estava morto, mas os médicos ainda tentaram reanimá-lo.
José Wilker deixa duas filhas: Mariana, que teve com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, que teve com a atriz Mônica Torres.


sábado, 22 de março de 2014

Luanda. Banco BFA e os quarenta milhõers de kwanzas de um cliente




Um cliente deste banco, que viu a sua conta «alivia­da» em cerca de 40 milhões de Kwanzas, aguarda há quase dois meses que o BFA lhe preste esclarecimentos de como o seu dinheiro sumiu, jurando a pés juntos que não mexeu na «massa» e que há mais de dois anos não faz uso do multicaixa. Estranha­mente, a direcção do BFA, ao invés de contribuir para a descoberta do crime, parece mais inclinada a «baralhar as contas» do cliente, pois só assim se justifica a forma como ela confrontou o su­posto lesado com imagens do de fotocópias toscas obtidas a partir das câmaras de vídeo. Este caso carece de investi­gação policial, já que parecer existir um gato escondido com o rabo de fora.
Semanário Angolense edição 557 de 22 de Março de 2014

Funcionários do BFA queixam-se de neocolonialismo




À
Exma. Drª Isabel dos Santos
Mui Digna Vice-presidente do Banco Fomento Angola

Assunto: Neo-colonização no BFA

Excelência viemos através desta via, porque acreditamos ser o único meio pelo qual lhe poderemos chegar todas as questões irregulares que têm acontecido na instituição e que acreditamos não ser do seu conhecimento.

Club-k.net


Nós funcionários da instituição supracitada, distribuídos nas diversas áreas, gostaríamos de entender a razão pela qual até aos dias de hoje os salários e as condições laborais serem tão baixas e péssimas comparando com outras instituições do nosso mercado!

Todavia, o BFA primeiro banco comercial e líder das concorrentes e ainda o que propaga ao mundo fora ser o banco que mais cresce, e, realmente cresce, pois os números falam por si. Só que infelizmente não distribui.

Excelência a postura de quem gere o banco é contrária até mesmo a politica do nosso glorioso MPLA, pois é sabido que o lema é “Crescer mais e Distribuir melhor “.

As condições laborais são deploráveis e se aqui citarmos, talvez fossem necessárias descreve-las em duas páginas..., ademais não compreendemos porque razões temos de comparticipar com 20% dos pagamentos facturados pela clínica das consultas feitas uma vez que, com salários baixos e demais descontos em cursos, acabamos ficando sem quase nada. Será que se justifica?

Nós funcionários trabalhamos directamente com elevadas somas de valores, mas, pelo contrário ganhamos pessimamente mal. Nós não estamos numa instituição de caridade, sabemos. Mas, a ideia de que se tem de um funcionário bancário é extremamente diferente das condições que se vive.

Qual tem sido a causa das constantes demissões no BFA? Será que a nossa Administração não tem conhecimento?

Desconhecemos totalmente qualquer tipo de politica motivacional existente na instituição, a não ser os incentivos anuais na ordem dos USD 200 á USD 300, ao contrário dos colegas estrangeiros que recebem a margem de USD 5000 a USD 10000. Outrossim, após três anos de função são acrescentados no salário de alguns colaboradores valores na mesma ordem (USD 200-300). Serão essas políticas motivacionais?

É muito triste o que vivenciamos na altura das vendas de casas nas centralidades de Luanda, onde muitos sonharam e acreditavam poder adquirir a casa dos seus sonhos, e simplesmente nenhum funcionário (Balconistas, Caixas, Técnicos de Informática, de Créditos, Motoristas etc.) conseguiu adquirir, porque os nossos salários não são superior a 150.000.00kzs. É triste!

O intercâmbio com os irmãos estrangeiros (na sua maioria de nacionalidade portuguesa) é salutar, mas, difícil é compreender a diferença salarial abismal (6x+) que o nacional, e com direito a casa e carro pago pelo banco; viagens e alojamentos.

Também estranho é perceber em que condições são eles contratados, pois na sua maioria nem experiência de trabalho possuem (apreendem com os angolanos) e também é notório o baixo nível de escolaridade dos mesmos, isso inferior à nós. Pois, só para se ter uma ideia os quadros que suportam o nosso banco são constituídos maioritariamente por estudantes universitários, bacharéis e licenciados. O que em parte tem facilitado a saída maciça de pessoal para as concorrentes.

Excelência, atenta pela gravidade da informação que lhe vamos descrever, no dia 14/02/2014 somos surpreendido com afixação em todos os andares que comportam o edifício sede, sita na rua Amílcar Cabral, de uma lista e como consta em anexo, de pessoas e únicas que podiam fazer o uso de água mineral.

Ficamos estupefactos e concluímos ser uma atitude irracional, após análise da listagem, verificamos serem indivíduos com cargo de top e de pele clara. O que se pretende? Até quando continuaremos na supremacia das cores da pele? Não basta o salário! Até a água mineral? Será que não se tem direito pelo cargo ou pela cor da pele? É natural que não sintamos sede!?

Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar. A razão pela qual a intolerância e racismo existem. As pessoas têm medo de seus próprios sentimentos, medo do desconhecido e receio de agir pela luta dos seus direitos e exigências das suas condições.

A partir da compreensão dos resultados internos, surgem importantes indicações que podem proteger a instituição a reproduzir menos e intensificar as desigualdades sociais no seio do trabalho. E quem sabe, eventualmente, podemos reduzir tais situações, já que menores disparidades são também um indicador de qualidade de trabalho e desigualdades insignificantes, pois significa que nenhum funcionário está ficando para trás...

O salário nem sempre é um factor determinante para a mudança de emprego, uma vez que, no início da carreira, os profissionais tendem a se preocupar mais com a experiência e o aprendizado. Mas, a remuneração baixa pode pesar, e muito, com o passar do tempo, quando as necessidades do profissional não são satisfeitas.

Certamente, é um factor crucial a quem tem uma casa arrendada e filhos para sustentar, diante de tais informações, solicitamos a confrontação; e de pés juntos rogamos a Sua Excelência no sentido de exigir e rever as nossas condições de trabalho e salariais, para que junto com os nossos irmãos estrangeiros, possamos trabalhar com dignidade e sem assimetrias.

Obrigado.
Os Funcionários.

"TRES HOMBRES" deram uma lição de vela no Porto da Horta



Na passada sexta-feira, a escuna de 32 metros, "Tres Hombres", saiu da Marina da Horta  usando somente as velas. Com vento pela proa antecipava-se grandes dificuldades para a tripulação uma vez que teriam que bolinar para sair do Porto da Horta.

http://www.cnhorta.org/

Perante esta arrojada manobra, algumas dezenas de curiosos permaneceram no molhe da Marina e Porto da Horta, para assistir ao que seria uma lição completa de vela protagoniada pela tripulação da escuna de 126 toneladas.

Era nas mudanças de bordo, manobra crítica em que falhar não era permitido, que o Capitão e sua tripulação mostravam a sua mestria no manejo das velas, sobretudo da vela quadrangular que estava içada no mastro da proa e que se mostrava fundamental na manobra de passar a proa pela linha do vento.

Daqui fica o nosso agradecimento por esta lição fantástica de vela.

Mais informações sobre o "TRES HOMBRES" em http://svtreshombres.homestead.com