quinta-feira, 12 de junho de 2014

“não me fizeram o que está a fazer o millennium bcp.”





Clientes do millennium na verdade eu não fico surpreendido quando os banqueiros dizem que só em três meses tiveram milhares de lucro e agora ainda vão deitar a mão aos doze mil milhões que vêm emprestados para nós pagarmos.

http://www.queixas.net/queixas/millennium-bcp/

Mas a minha questão vai de encontro ao roubo porque entendo que ladrão não é só aquele que nos assalta e nos leva o dinheiro sem a nossa autorização. Ladrões são aqueles a quem nós confiamos o nosso dinheiro o pouco que os nosso governantes nos deixam.
Sou um pequeno empresário, trabalho com três bancos diferentes  e não vou divulgar o nome dos outros dois pois trabalho com eles há muitos anos e ainda não me fizeram o que está a fazer o millennium bcp.
A minha esposa passou dois cheques um de 200.00 e outro de 268.00 como tenho mais que uma conta no millennium ela nao se lembrou de transferir dinheiro de uma conta para a outra ora os cheques foram devolvidos.
Sim senhor, até ai tudo bem mas agora vem o melhor do roubo o millennium cobrou-se logo de 31.20 de cada devolução. Ao nos aprecebermos de que os cheques foram devolvidos tivemos logo de imediato o cuidado de fazer a apresentação dos cheques ao banco para justificação pois tínhamos pago às pessoas que tinham os cheques.
A senhora viu os cheques carinbou-os no verso onde nem uma data existe em como foram apresentados , qual a minha supresa  ao ir à internet ver o saldo e movimentos da referida conta e aparecem dois movimentos de 50.00 cada um.
No extrato dizia despesas de justificação de cheque ora como não fiquei nada satisfeito foi pedir informações se era assim que funcionava o banco sempre que se devolve-se um cheque o custo para o emissor do cheque era de 81.20.
Meus senhores estamos a falar de 16000.00 mil escudos em moeda anterior e então a senhora responde dizendo so acontece isso quando os cheques são apresentados fora de prazo.
Eu disse minha senhora os cheques foram apresentados dentro do prazo legal sabem qual e a resposta? Isso é o senhor que diz para nós foi ao contrario.
Eu disse pois a senhora tem razão nem uma data pós no cheque como posso eu provar seja la o que for  se isto não é um assalto então não sei o que é roubar.
By: Joaquim Alves dos Santos



Por que desabam os edifícios? Eng. António F. Venâncio





A engenharia civil, que acaba por afirmar-se nos tempos actuais, tem registado notáveis avanços no domínio das edifica­ções e imobiliária. A nova geração de edifícios como que desafiando a gravidade, o Bujhai Kalif nos Emiratos Árabes Unidos, com 163 andares e quase um quilómetro de altura é um desses casos; o Tai­peiem Taiwan, com mais de meio quilómetro de altura e projectado para suportar terrramotos e tu­fões; as torres Pretonas - «irmãs gémeas» que são um verdadeiro orgulho para Kuala Lumpur e os mais de 100 andares da Shangai Word Financial Center, na China, são obras que podem exemplificar o estado da engenharia, no actu­al contexto das ciências técnicas mais ousadas.

SEMANÁRIO ANGOLENSE
Todavia, o tema em análise, pode também dar lugar a algumas inquietações. Não exactamente pela natureza arrojada das solu­ções desafiadoras –como o prédio mais alto do mundo com os seus impressionantes 828 metros e ele­vador mais rápido da terra -, mas sim porque também os edifícios desabam pelas mais diversificadas razões. Em consequência disso, enlutaram famílias ou deixaram atrás de si muitos mutilados que ainda lamentam a sua má sorte. Só para exemplo, citemos Per­nambuco, no Brasil, onde nos úl­timos anos desabaram mais de 12 edifícios com um balanço funesto de mais de 30 mortos e inúmeros feridos. No município de Olinda, vários prédios foram interditados por risco de desabamento.
Luanda, conheceu há pou­co tempo o desabamento de um edifício pertencente à DNIC, que causou a morte a vários cidadãos. Após aquele trágico aconteci­mento foram tomadas medidas preventivas que culminaram na demolição de alguns prédios em Luanda. As autoridades criaram um corpo de especialistas envol­vendo instituições que se ocupa­ram da verificação e inventaria­ção dos edifícios em estado crítico pelo seu mau estado de conserva­ção e manutenção.
Mas por que razão desabam os edifícios?
Podem ser arroladas várias si­tuações para explicar a queda de um edifício. Contudo, as mais recorrentes são resultantes da negligência. Os edifícios, princi­palmente aqueles com estrutura de betão armado, só desabam por desatenção humana que geral­mente se arrasta por tempo pro­longado.
Recorde-se, o betão é mais re­sistente com o andar do tempo e nunca se rompe «sem prévio avi­so». Antes de um desabamento, é frequente ouvirem-se estalos no interior do prédio, e isto pode ocorrer com 15 ou muito mais dias de antecedência. As fissuras ou rachaduras nunca são espon­tâneas. Elas se manifestam lenta e decisivamente.
Antes de um desabamento, podem ser observados sinais de iminência, facilmente identificá­veis por engenheiros, e, se fossem devidamente instruídos os seus habitantes, poder-se-ão evitar de­sastres, bastando para o efeito:
- nunca derrubar paredes inte­riores sem o acompanhamento do autor do projecto (existem pare­des que fazem parte integrante da estrutura por suportarem cargas estruturais e não devem ser re­movidas);
- proibir decididamente novas construções no coroamento dos edifícios para acrescentar mais andares (as cargas adicionais colocadas abusivamente são de­pois transmitidas às fundações que não estão calculadas para o efeito, provocando perigosas so­brecargas);
- evitar a colocação de gerado­res que emitem vibrações (vibrar insistentemente um elemento de betão armado já curado é extre­mamente perigoso, pois provoca a sua fadiga prematura);
- comunicar às autoridades pe­quenos sinais estranhos no com­portamento do edifício, como, por exemplo, a dificuldade em fe­char as portas, porque estas pau­latinamente vão cada vez mais prendendo no chão e não fecham correctamente (sinal evidente da deformação do edifício);
- evitar a construção de pis­cinas nos terraços sem consenti­mento do autor do projecto (cada mil litros de água pesa uma tone­lada e num só metro quadrado de área com 1.70m de altura de água pesará 1.700 Kg, contra os cerca de 150 Kg para os quais as lages de cobertura estão preparadas a suportar).
Para sobrecarrregar um edifí­cio, é importante conhecer antes a solução adoptada para as fun­dações, e assim perceber com que cargas contou o projectista na sua decisão matemática. Aumentar anarquicamente as cargas num prédio é caminho certo para ra­chaduras e preparação lógica para a catástrofe do desabamento.
Em certas ocasiões ouvem-se justificações do tipo: «o engenhei­ro sempre concede uma margem de segurança para o edifício...» Se é certo que os engenheiros salva­guardam a segurança com a in­trodução de um coeficiente de se­gurança que geralmente ronda a margem dos 30% ou até mais, isto não significa que se pode acres­centar mais andares ao edifício. Em realidade, o coeficiente de se­gurança em betão, cuida de situa­ções como, por exemplo, falhas de betonagem, estribos desviados do lugar durante a vibração do betão, dosagens de betão incorrectas, etc. Esta margem de segurança, não é destinada aos caprichos, pelo contrário, os cálculos por ex­cesso ou a minoração das capaci­dades dos materiais, são lançados para prevenir falhas construtivas e nunca para receber novas car­gas que possam ser introduzidas a bel-prazer dos inquilinos.
Evitar a modificação dos layouts das salas de escritórios tentando adaptar à actividade comercial, sobrecarregando a es­trutura ou, ainda, abrindo roços cortando vigas e pilares para fa­zer passar canalizações de ar con­dicionado, ou tubagens diversas fragiliza o elemento, colocando-o fora de serviço perigando assim toda estrutura.
Combater a acumulação de en­tulhos nos andares vizinhos em obras; eliminar as infiltrações de água no interior do edifício, pois estas aumentam bastante o risco de desabamento;exigir que o pré­dio seja inspeccionado, de 5 em 5 anos, por engenheiros patologis­tas da construção ou especialista experiente, bem como solicitar a revisão das instalações eléctricas, de gás e sanitárias, são medidas preventivas que podem evitar de­sabamentos. Esta tarefa deve ser assumida por organizações em condomínios ou mesmo por vo­luntariosos cidadãos que preten­dam participar nesta missão de alerta e prevenção de catástrofes totalmente evitáveis nos edifícios onde moram.
A experiência mostra que vale a pena lançar, para reflexão dos moradores de edifícios urba­nos, o conceito de «Segurança predial». O termo não é mui­to conhecido, mas só se podem evitar desabamentos com uma consciência cívica de prevenção. Os cuidados a ter com as obras de engenharia, tal como se cui­da da saúde humana, passam pela compreensão do princípio segundo o qual para cada do­ença um remédio, mas que este não surja demasiado tarde. E que, quando o edifício «adoece» - por mais insignificante que seja a patologia –o seu diagnóstico e cura não devem ser adiados, sob risco de ocorrer um inesperado desabamento. E nisso, a popu­lação (organizada em comissões de moradores) é chamada a res­peitar mais os edifícios onde habitam, devendo mantê-los saudáveis para que cumpram de­vidamente a sua função de aco­lhimento e conforto.
Semanário Angolense, número 568, de 07 de Junho de 2014
Imagem: derrocada do prédio da DNIC em Luanda. http://cangue.blogspot.com/

Millennium BCP. Sr.ª Dr.ª que não apresenta contas das quantias que recebeu




Eu fiz um credito pessoal no BCP mas por motivos de desemprego deixei de poder suportar a prestação mensal que tinha e dirigi-me ao Gabinete de Sobre-Endividamento da Deco.

http://www.queixas.net/queixas/millennium-bcp/

Lá falei com uma jurista que me aconselhou a tentar negociar os vários créditos que tinha no momento de forma a poder pagar a todas instituições de credito.Eu concordei e foram feitas varias diligencias formais de poder negociar os famosos créditos.
Das varias instituições que foram contactas o BCP foi das poucas que nunca respondeu aos apelos da Deco.
O tempo passava, eu finalmente arranjei emprego e apressei-me a contactar o BCP, mas estes disseram.me através da linha de apoio ao cliente que aquele credito já não estava em poder deles e encaminharam-me para uma empresa com o nome: INTRUM JUSTICIA.
De seguida contactei com esta empresa e eles informaram-me que eram os responsáveis por receber as quantias dos créditos que estavam em incumprimento, manifestei as minhas intenções e eles facultaram-me o contacto da advogada responsável pelo processo.
Liguei para a Sr.ª em causa e foi negociado telefonicamente um montante mensal que iria depositar na conta dela.
Assim foi durante 18 meses mas fui agredido violentamente do qual ganhei lesões corporais serias e um maxilar inferior fracturado.
Estive parado vários meses e a minha esposa fez um telefonema para a advogada a informar o sucedido mas ela não estava e falou com o pai da Sr.ª.
Ela nunca me contactou o tempo passou, na verdade passaram anos até ao dia em que me vi confrontado com uma penhora de vencimento.
A Sr.ª não levando em consideração aquilo que já tinha pago executou o total da divida acrescentando os juros desde o inicio e mais as despesas judiciais.
Felizmente ainda tinha em meu poder as transferências que tinha feito para sua conta e procurei uma advogada para me poder defender da penhora de vencimento e apurar a divida.
Ela contactou a advogada do BCP em Maio passado mas até ao momento a Dr.ª do BCP não cumpriu com as promessas que lhe fez, nem tão pouco assumiu as transferências bancarias que recebeu.
Resumindo o BCP não quer negociar divida nenhuma, nunca quis, uma vez que nunca deu resposta à jurista da Deco e eu tenho provas disso, portanto penso que existe uma forma perversa e deliberada de ganhar mais dinheiro com o incumprimento da minha parte e começo a suspeitar da idoneidade da Sr.ª Dr.ª que não apresenta contas das quantias que recebeu

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Millennium BCP não Paga Garantias Bancárias que a própria emitiu. “BCP bateu no Fundo”



Antes de mais queremos iniciar neste fórum enaltecendo a existência deste site e principalmente do trabalho nele realizado.
Pois entendemos que com mérito visa alertar a realidade praticada por determinadas instituições que usam e abusam do seu poder para praticar praticas muito impróprias abusando da sua posição.

http://www.queixas.net/queixas/millennium-bcp/

Por tudo isto aplaudo a iniciativa e deixo a baixo o nosso contributo sumário relativamente a um caso de contornos escandalosos e graves que se passou no Banco Comercial Português e que se encontra agora na barra dos tribunais e noutras instâncias passíveis de intervenção. Assim sendo expomos o mesmo abaixo para publicação e divulgação do mesmo.
O Banco Comercial Português emitiu Garantias Bancárias a Clientes que agora já não Paga, tal como, a Garantia Bancária nº 125-02-1335075.
Presta-se o Millennium BCP a emitir uma Garantia Bancária e a quando do accionamento por existir incumprimento assumido por parte da ordenadora através de documentos escritos, o Banco BCP Millennium torna-se parcial, abusa, age de má fé e declina gravemente às suas responsabilidades e obrigações e não paga a Garantia Bancária.
O Banco Comercial Português ignora gravemente os factos reais e o valor jurídico de toda a documentação existente, principalmente do acordado e assinado pelas partes.
Por tudo isto não podemos chamar isto um Banco, mas sim… sem qualificação.
O Banco Comercial Português vergonhosamente rompe e rasga descaradamente o que assumiu. Estamos perante um ESCANDALO COLOSSAL protagonizada pelo Millennium BCP. “Paguem o que devem e que assumam as suas responsabilidades e obrigações como Banco”.
A dimensão deste banco é muito duvidosa e assumidamente questionável, pois o seu valor (Millennium) no mercado bolsista já nada vale e é o Banco que menos valor tem no mercado, o que já quer dizer tudo.
Tenham cuidado com o Millennium BCP, pois o que esta estipulado para cumprir em termos de responsabilidades e obrigações para eles já não terá valor/mesmo valor.
Não podemos deixar passar impune este tipo de extermínio lesivo levado a cabo sem escrúpulos. Vamos denunciar esta pouca vergonha. Este caso já está a ser divulgado e tratado pelas várias instâncias competentes. Estão já a preparar-se nos bastidores junto de uma instância partidária/accionistas uma nova administração e o descontentamento dos accionistas é evidente face a toda esta vergonhosa actuação e inacção do BCP.
Quem assinou esta actuação terá as suas consequências. O Millennium “bateu no fundo” e já não paga as garantias bancárias que ela própria emite.
Estamos perante um escândalo que já está a ser divulgado e tratado nas várias instâncias.
Está previsto sair este caso já numa revista e em mais dois órgãos de comunicação. Leiam. Tenham cuidado. “Passem a palavra” e denunciem este/estes casos.

Imagem: altohama.blogspot.com

sábado, 7 de junho de 2014

BES Angola perdeu o rasto a crédito de 5700 milhões de dólares



O Banco Espírito Santo de Angola não sabe a quem emprestou 5700 milhões de dólares, segundo a notícia avançada pelo semanário Expresso
O Expresso refere que a atual administração acredita que 745 milhões de dólares foram parar às mãos de Álvaro Sobrinho, presidente daquele banco até 2012.
A situação foi participada aos acionistas, entre os quais estavam Ricardo Salgado e Álvaro Sobrinho, em outubro do ano passado.
Em 2009 o BES Angola chegou a ser distinguido com o prémio Banco do Planeta, atribuído pelas Nações Unidas através da Unesco.