SOS
UNICEF. Há 6 dias que o banco millennium é o nosso carrasco. Não há vento, o
fumo mortal acumula-se. Janela aberta morte certa. Espoliou o terreno. Em
Luanda facturar é matar. É o que o banco millennium faz na rua rei Katyavala.
Tem potente gerador nas traseiras do prédio, faz barulho dia e noite. Lança
fumo que mata crianças e adultos. Quando o vento está de feição gaseia-nos.
Estão a salvo, o petróleo protege-os. E os assaltos crescem mortais,
manifestações, revoltas. Isto é que é a tal paz?
terça-feira, 24 de junho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Empresas angolanas que prestam serviços a Unitel reclamam pagamento pelos serviços prestados
Luanda - As
empresas angolanas que prestam serviços para a Unitel estão desde Dezembro de
2013 sem receberem os pagamentos resultantes dos respectivos contratos.
Fonte: Club-k.net
A
situação está a causar sérios embaraços as empresas prestadoras de serviços da
Unitel que neste momento enfrentam problemas de tesouraria, condicionando deste
modo o seu normal funcionamento.
Com
este cenário, fontes do Club-K, adiantaram que a área comercial da operadora
angolana que tem uma das receitas médias mensais por cliente mais altas de todo
o continente africano, recebe diariamente cartas das empresas prestadoras de
serviço reclamando a longa demora na liquidação das suas faturas.
O
imbróglio sobre o não pagamento aos seus devedores está a ser justificado
internamente pelo facto dos principais responsáveis da Unitel ligados a área
financeira estarem neste momento concentrados as suas atenções na implantação
dos negócios da empresa em na República de S.Tomé.
Matou a família e foi assistir partida da Copa do Mundo
Carlo Lissi virou notícia em todo
o mundo após confessar o assassinato de sua esposa Cristina Omes, 38, e
depois ter ido com amigos assistir o jogo entre Itália e Inglaterra pela Copa
do Mundo de 2014 vencido pelos italianos por 2 a 1.
https://br.esporteinterativo.yahoo.com
Lissi cortou a garganta da mulher e de seus dois filhos Giulia e Gabriele ambos de apenas 1 ano e dez meses. Conforme informações da polícia italiana, ele teria jogado a arma usada no crime em um bueiro a caminho do bar aonde foi assistir o jogo da Copa.
Lissi cortou a garganta da mulher e de seus dois filhos Giulia e Gabriele ambos de apenas 1 ano e dez meses. Conforme informações da polícia italiana, ele teria jogado a arma usada no crime em um bueiro a caminho do bar aonde foi assistir o jogo da Copa.
Após a partida ele voltou para casa e
ligou para a polícia. Sua primeira versão é que teria apenas encontrado os
corpos da mulher e dos gêmeos.
Investigadores chegaram a suspeitar que a mãe teria assassinado os dois filhos e depois se matado. No entanto, após pressionarem, Carlo confessou o triplo homicídio. Lissi teria assassinado sua família por estar apaixonado por outra mulher.
Investigadores chegaram a suspeitar que a mãe teria assassinado os dois filhos e depois se matado. No entanto, após pressionarem, Carlo confessou o triplo homicídio. Lissi teria assassinado sua família por estar apaixonado por outra mulher.
Foto: Reprodução - Facebook
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Mais de 50 milhões de crianças africanas não vão à escola
UNICEF lança
relatório no dia da Criança Africana, que demonstra avanço progressivo de
Angola.
Para celebrar o 16 de Junho, Dia da
Criança Africana, UNICEF promove a reflexão sobre a problemática das crianças
fora do ensino, através do lançamento do relatório da Iniciativa Global
denominada “Crianças fora da Escola”, destacando uma boa avaliação para Angola.
VOA
Esta iniciativa, é o resultado da parceria entre o UNICEF e o Instituto de Estatística da UNIESCO que lança dois estudos regionais sobre a situação das crianças fora da escola nos países da África subsariana.
Dados do estudo mostram que, cerca de 57 milhões de rapazes e raparigas em idade pré-escolar estão fora do ensino e 69 milhões de adolescentes não frequentam a escola secundária. Grande parte destas crianças vivem em países afectados por conflitos, sendo que metade vive na África subsaariana, e mais de metade são raparigas.
Em Angola verifica-se um avanço progressivo no acesso ao ensino com mais de sete milhões de crianças e estudantes inseridos no sistema, comparadamente a 1,7 milhões registados em 2002. Verifica-se também melhorias no ensino primário com o aumento de 2.6 milhões de crianças na escola desde 2003; melhorias na taxa de alfabetização com mais de 2.5 milhões de pessoas alfabetizadas.
A pesquisa revela ainda que a maior parte destas crianças são de famílias pobres, de áreas rurais e provenientes de grupos étnicos minoritários. Muitas crianças são portadoras de deficiências ou têm de trabalhar para ajudar as suas famílias.
De acordo com o estudo, os governos devem apoiar e implementar acções destinadas a reforçar o investimento no ensino básico, para dotar as crianças de instrumentos que lhes permitam viver uma vida significativa, produtiva e em coexistência pacífica.
O Comité Africano de Peritos sobre os Direitos e Bem-Estar da Criança escolheu como lema do dia 16 de Junho, Dia da Criança Africana, “Educação de qualidade, gratuita e obrigatória para todas as crianças africanas”. A iniciativa tem como objectivo chamar a atenção dos governos para a sua Responsabilidade no asseguramento do direito das crianças à educação nos termos definidos pela Carta Africana para os Direitos e Bem-Estar da Criança.
O Dia da Criança Africana foi criado pelo Comité Africano de Peritos sobre os Direitos e Bem-Estar da Criança (ACERWC) para recordar o dia 16 de Junho de 1976 quando milhares de crianças negras da Cidade de Soweto, na África do Sul, foram para as ruas para protestar contra a baixa qualidade do seu sistema de ensino e reclamar para que fossem ensinados na sua língua local.
Tal acção sofreu uma resposta violenta por parte das autoridades, tendo sido mortas centenas de crianças e milhares feridas.
Esta iniciativa, é o resultado da parceria entre o UNICEF e o Instituto de Estatística da UNIESCO que lança dois estudos regionais sobre a situação das crianças fora da escola nos países da África subsariana.
Dados do estudo mostram que, cerca de 57 milhões de rapazes e raparigas em idade pré-escolar estão fora do ensino e 69 milhões de adolescentes não frequentam a escola secundária. Grande parte destas crianças vivem em países afectados por conflitos, sendo que metade vive na África subsaariana, e mais de metade são raparigas.
Em Angola verifica-se um avanço progressivo no acesso ao ensino com mais de sete milhões de crianças e estudantes inseridos no sistema, comparadamente a 1,7 milhões registados em 2002. Verifica-se também melhorias no ensino primário com o aumento de 2.6 milhões de crianças na escola desde 2003; melhorias na taxa de alfabetização com mais de 2.5 milhões de pessoas alfabetizadas.
A pesquisa revela ainda que a maior parte destas crianças são de famílias pobres, de áreas rurais e provenientes de grupos étnicos minoritários. Muitas crianças são portadoras de deficiências ou têm de trabalhar para ajudar as suas famílias.
De acordo com o estudo, os governos devem apoiar e implementar acções destinadas a reforçar o investimento no ensino básico, para dotar as crianças de instrumentos que lhes permitam viver uma vida significativa, produtiva e em coexistência pacífica.
O Comité Africano de Peritos sobre os Direitos e Bem-Estar da Criança escolheu como lema do dia 16 de Junho, Dia da Criança Africana, “Educação de qualidade, gratuita e obrigatória para todas as crianças africanas”. A iniciativa tem como objectivo chamar a atenção dos governos para a sua Responsabilidade no asseguramento do direito das crianças à educação nos termos definidos pela Carta Africana para os Direitos e Bem-Estar da Criança.
O Dia da Criança Africana foi criado pelo Comité Africano de Peritos sobre os Direitos e Bem-Estar da Criança (ACERWC) para recordar o dia 16 de Junho de 1976 quando milhares de crianças negras da Cidade de Soweto, na África do Sul, foram para as ruas para protestar contra a baixa qualidade do seu sistema de ensino e reclamar para que fossem ensinados na sua língua local.
Tal acção sofreu uma resposta violenta por parte das autoridades, tendo sido mortas centenas de crianças e milhares feridas.
sábado, 14 de junho de 2014
Millennium bcp, um banco cambalacho
Exmos.Senhores.
Venho desta
forma mostrar a minha indignação, dar a conhecer um abuso, um atentado, uma
forma de coação, praticada por uma entidade que no mínimo deveria pautar-se
pela seriedade.
Passo aos
factos. Vou tentar resumir ao máximo a minha denuncia, pois está para fazer
sete anos que tudo começou e até hoje este caso dá um filme.
http://www.queixas.net/queixas/millennium-bcp/
Sou cliente do
milenium bcp em Barcelos com a conta à ordem nº 98320074, conta essa que tem
associado um crédito à habitação.
Acontece que em
Julho de 2004 sou informado pelo meu extracto bancário mensal, ter a minha
conta a descoberto.
Encetei
diligencias no sentido de apurar o porquê, visto eu nunca ter pedido qualquer
quantia ou solicitado o que quer que fosse, verifiquei nos extractos anteriores
e não detectei qualquer deposito anormal, até porque a minha conta oscilava
constantemente com milhares de euros. Pedi explicações ao gerente da sucursal
em Barcelos e obtive como resposta “a sua empresa criou-lhe um plafond se o
gastou o seu remédio é pagar“. Fiquei atónito, como é possível?
Perante tal
coisa e uma vez que não percebo patavina das falcatruas praticadas por senhores
como os autores desta, não tive alternativa em ter que enfrentar aquilo que
veio a seguir.
Uma vez que
tinha que fazer o deposito para pagamento do crédito à habitação, fui impedido
de o fazer com o argumento de que o montante depositado seria absorvido pelo
negativo.
Assim estive
oito meses com o referido crédito em atraso.
Uma vez que
estava nesta situação e começavam as ameaças recorri ao tribunal de Barcelos,
queixando-me do bcp. Perante isto resultou no facto de o banco aceder aos
depósitos por mim efectuados para pagamento do crédito em causa, visto não
poderem impedir o pagamento do mesmo.
Em relação ao
facto da alegada verba que argumentam que eu gastei,o tribunal não vendo
matéria criminal arquivou dizendo que era matéria para a entidade supervisora.
Ora perante
estes factos levou a que eu fizesse várias queixas junto do banco de portugal,
mas nunca surgiu qualquer efeito, o mais incrível é que numa das queixas, o bdp
questiona o bcp com a minha queixa, o bcp informa por escrito o bdp que o
cliente em causa nada deve e assim o bdp dá o assunto por encerrado em virtude
da resposta do bcp.
O que é certo é
que eu estou cadastrado no banco de portugal vai com sete anos.
Cansei de
apresentar queixas, foram inúmeras, banco de portugal, bcp, administração do
bcp, por ultimo junto do provedor do cliente.
Nada resulta,o
facto é que eu não devo, não sei como me meteram nisto, sou coagido e ameaçado
constantemente, mas o mais incrível é que tanto oral como por escrito já disse
aos responsáveis por esta artimanha :se devo porque razão não accionam os meios
legais para receberem?
Ao contrario de
andarem a coagir. Como por ultimo, acrescentarem juros na conta à ordem.
Sobre este facto
pedi por escrito uma explicação, a resposta veio em carta aberta!!!! Não
colaram a mesma, a informação nela contida deveria ser sigilosa, mas os
responsáveis mais uma vez fizeram aquilo que sempre pretenderam, que é coação e
o achincalho pelo facto de eu não ceder aos seus objectivos.
Agora ao
contrário do que deviam fazer, comunicam-me que não aceitam os depósitos para
pagamento do crédito à habitação.
Contrariando o
que foi dito no tribunal de Barcelos e o que tenho feito à sete anos a esta
parte.
Estou
estupefacto neste país vale tudo, estas atitudes são de quem, com a sua
prepotência usam o lema do quero posso e mando, mesmo que para isso atropelem
as leis.
Recorri por
ultimo ao provedor do cliente do bcp, mas pelos vistos ou o assunto é
complicado ou então de nada vale, pois entendo que já é tempo de me enviarem
uma resposta. Caso eu não tivesse razão de certeza que já mo tinham dito.
Conclusão, temos
um banco que argumenta que eu lhes devo, usam todas as artimanhas para me
coagir, agora novamente com a ameaça de não me deixarem pagar o meu crédito à
habitação e o mais incrível é não accionarem os meios legais para receberem a
hipotética divida.
Sou pessoa de
bem, funcionário publico à trinta e um anos e tenho bens.
Deixo uma
pergunta: qual o problema de accionarem os serviços jurídicos para receberem o
que dizem, ou será que tanto quanto eu, não sabem sequer quanto é.
Sim porque ao
banco de Portugal informaram que nada devia e durante estes sete anos e as
várias cartas que recebi todas elas traziam quantias diferentes.
Perante tudo
isto tenho ou não direito a que seja debatido em tribunal o que efectivamente
se passou com a minha conta.
Termino dizendo
que me coloco à disposição daqueles que assim entendam, uma vez que estou
munido de dezenas de documentos que atestam a minha razão e contado oralmente
este assunto será mais fácil, pois como já disse toda a envolvencia deste
assunto, escrito dá um livro.
Com os meus
cumprimentos
António Miranda
Pereira
Imagem: aquitailandia.blogspot.com
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