SOS MATANÇA no banco millennium Angola do forno crematório nazi. Correr e fechar portas e janelas porque vem aí terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

sábado, 13 de Setembro de 2014

Presos de Rikers Island alvo de violência excessiva





Os adolescentes detidos na prisão de Rikers Island, em Nova Iorque, são sujeitos a uma "força excessiva" e os seus direitos consagrados na Constituição norte-americana são violados, revela uma investigação dos procuradores de Manhattan.

http://www.jn.pt

A investigação, realizada entre 2011 e 2013, concluiu que os adolescentes não são protegidos de maneira adequada contra a violência física, "inútil e excessiva", cometida pelos guardas prisionais e pelos outros detidos, adianta o Ministério da Justiça, em comunicado.
"Como a nossa investigação demonstrou, para os adolescentes, Rikers Island é uma instituição defeituosa. É um lugar onde a força bruta é o primeiro impulso, em vez de ser o último recurso", criticou o procurador federal de Manhattan, Preet Bharar.
Para o ministro da Justiça norte-americano, Eric Holder, esses excessos "são inaceitáveis".
Rikers Island é a principal prisão de Nova Iorque e tem cerca de 12300 reclusos.
Renato Seabra esteve temporariamente detido em Rikers Island, tendo depois sido transferido para uma instituição de correção federal (Clinton Correctional Facility) para cumprir 25 anos de prisão pela morte de Carlos Castro.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4064193

segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

A universidade Kimpa Vita, (no Uíge) é mais uma cantina





Será Verdade ???
A UNIVERSIDADE KIMPA VITA (no Uíge) transformou-se num
estabelecimento comercial dos Professores (Congo-Angola), ou seja, é mais uma cantina.
Os professores "estão a vender notas aos estudantes" a "preços" que vão de 20.000 Kz a 25.000 Akz por cadeira.
Até mesmo estudantes-fantasma, aparecem nas pautas com notas de 18,17,16 e 15 valores...
É assim que me pergunto (mais uma vez) se devo rir ou chorar.

Nuno Alvaro Dala.  Facebook

quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

Luanda. Racismo no banco BIC





Lisboa –  O Banco Internacional de Crédito (BIC) tem enfrentando ondas de protestos internos que resultam da política de maus salários e outras práticas de discriminação   algumas vezes precipitadas pelo próprio Presidente do Conselho de Administração, o português Fernando Mendes Teles. O referido Banco é também conotado a práticas de promoção ao  racismo.

Fonte: Club-k.net

Maus salários causam protesto e sanções
Há poucos dias atrás, os funcionários do departamento de “Doi cartões”, insatisfeitos com os salários, tiveram a iniciativa de fazer um abaixo assinado, com perspectiva de verem os seus salários serem melhorados.  
Um  dos funcionários da referida área,  fez chegar ao PCA  Fernando Teles, o email .  Em reação, o PCA convocou para uma reunião o responsável da referida área, Cismeiro Silva Lopes tendo o abordado “com maus modos,  arrogância, faltas de respeito e ameaças e muito mais” conforme discrição de uma fonte, ao ponto da gritaria sair porta fora.
No decorrer da reunião, Cismeiro Silva Lopes  revelou-se farto da situação e  se enervou  respondendo o PCA. Como consequência, o funcionário acabou sendo penalizado. Ele  que era, a data,  o chefe de departamento da referida área (de “Doi cartões”), foi rebaixado a gestor de contas, tendo sido transferido para um dos balcões da cidade distante da sua moradia (cidade do Kilamba).
Uma fonte interna lamentou a conduta do PCA  realçando que “o Dr. Teles, tem que ter muita calma, ele é taberneiro arrogante, e tem estado a faltar com respeito a muitos funcionários angolanos.”
Fernando Mendes  Teles, o PCA é um gestor português da confiança de Isabel dos Santos mas que se tem prejudicado com a reputação de racista e outras praticas associadas ao nepotismo. Acusam-lhe, por exemplo de ter retirado alguns “negros” que faziam parte da direção do Banco em favor de expatriados que tem estado a recrutar a partir de Portugal.  
Sobre as praticas de nepotismo, é dado como exemplo o caso do seu filho, Hugo Teles que fora promovido a administrador executivo respondendo pela Direção de empresas/ Private/ departamento de óleo e gás.  

terça-feira, 26 de Agosto de 2014

BES, ou um milagre sem rosas





O que é bom de mais para ser verdade talvez não seja verdade. Na situação limite a que chegámos na sexta-feira, a solução escolhida pelo Banco de Portugal para o BES era a melhor entre as possíveis. Incluindo por razões políticas. Mas dizer que os contribuintes não vão perder dinheiro com o BES é um esconder um girino que virará sapo para muita gente engolir como elefante. Quando as mãos já estão a arder, é melhor tirá-las do fogo. O risco de perdas para o Estado existe. E não é pequeno.

http://leitor.expresso.pt

Tirando alguns radicais destrambelhados, toda a gente quer que o BES corra bem – ou menos mal. O impacto na sociedade é tão grande, e o que sabe já sobre os atos de gestão recentes é tão grave, que não se percebe como é que ainda não há gente detida. O Banco de Portugal não é polícia, mas alguém em Portugal devia ser polícia: por exemplo, a polícia.
Mas o desejo de que as coisas corram bem transforma-se mais em fé do que em certeza. Daí ouvirmos desde domingo uma corrente positivista sobre a solução. Porque, dizem, não é uma nacionalização; e porque, acrescentam, não tem custos para os contribuintes. Veremos. Vejamos:
O BES mau está compreendido. Não é aí que há riscos. No BES mau há apenas um tema, o dos acionistas e obrigacionistas que perdem (quase) todo o seu dinheiro. Não se trata apenas da família Espírito Santo, indelevelmente ligada à gestão (e ao proveito) que produziu o maior escândalo financeiro de sempre em Portugal. Nem se trata apenas de tubarões da alta finança, fundos estrangeiros mais ou menos descomunais que acomodam um prejuízo destes na cova de um dos seus dentes. Há muitos pequenos investidores portugueses, clientes, empregados, pensionistas que investiram em ações do BES e foram defraudados. Muitos eram-no há muitos anos. Outros eram-no há apenas um mês e meio, quando injetaram 1,1 mil milhões de euros no BES que agora valem quase zero. Na escala moral, é melhor que percam os investidores bolsistas do que os contribuintes, mas não se pense que isso não é injusto (para não dizer ilegal) nem que não tem consequências. Claro que tem. E é uma vergonha. Os acionistas ficaram com o mau e perderam o bom.
Não há outra palavra: os acionistas do BES foram expropriados. É uma expropriação legal, está prevista na lei (e decorre da lei europeia), mas é ainda assim uma expropriação. Haverá uma chuva de processos, contra a anterior gestão do BES e certamente também contra reguladores, por terem autorizado um aumento de capital e emissão de dívida subordinada em tempos ruidosos. Além disso, é muito possível que tentem impugnar uma venda do BES bom. Os advogados ficarão felizes com o descalabro do GES e do BES. Adiante.
O risco para os contribuintes não está no BES mau, mas no BES bom, isto é, no Novo Banco. A solução é inteligente mas depende de um fator: da venda rápida e por bom preço.
Os acionistas do BES foram expropriados. É uma expropriação legal, está prevista na lei (e decorre da lei europeia), mas é ainda assim uma expropriação
Quanto vale o Novo Banco? Vale 4,9 mil milhões de euros? Dificilmente.
À hora que escrevo, o perímetro de divisão entre os ativos e passivos do BES e do Novo Banco não é ainda clara. Mas se é como parece, então ainda pode haver muito dinheiro a perder no Novo Banco. Sim, a auditoria da KPMG forçou prejuízos muito elevados no BES quanto à sua exposição ao GES, mas há outras frentes de risco. Por exemplo os fundos de reestruturação. E ainda os 3,2 mil milhões de euros que o BES Angola deve ao BES, sobretudo depois de José Eduardo dos Santos ter aproveitado a resolução do BES para cancelar a garantia do Estado de Angola. E ainda os prejuízos que estão na carteira de imobiliário.
Bancos como o BCP andaram anos a provisionar as carteiras de imobiliário, ao contrário do BES. Daqui até à União Bancária, os testes de stress poderão obrigar o BES a reconhecer mais perdas potenciais – e portanto os resultados negativos não deverão ficar por aqui. E um banco vale o valor atual dos seus cash flows futuros. No caso do Novo Banco, não há sequer o valor da marca a acrescentar. Pelo contrário, a marca retira valor, porque é desconhecida, o que tem impacto pelo menos sobre a captação de novos clientes. Mudar de nome faz-se num segundo, criar uma marca fiduciária dura anos.
Há uma carteira zombie de crédito à habitação na banca portuguesa desde há anos, gerada pelo desencontro entre as baixas taxas dos empréstimos do passado a prazos muito elevados e as taxas mais elevadas de “funding” dos próprios bancos, que têm mais curto prazo. Sendo prosaico: os bancos deram créditos à habitação a 30 e 40 anos a spreads abaixo de 1% mas entretanto começaram a pagar mais pelos seus próprios empréstimos. O reconhecimento desta perda futura tem vindo a ser feita ano após ano noutros bancos mas está especialmente atrasada no BES. Há muito dinheiro a perder aí. E mesmo que o “bad bank” tenha ficado com parte dessa carteira (o que não era possível confirmar à hora a que escrevia), então isso implica uma redução do balanço do banco bom, o Novo Banco. O banco fica mais pequeno. E um banco mais pequeno tem de reduzir o crédito concedido, logo está destinado a ganhar menos dinheiro. Até ser vendido, o Novo Banco enfrenta pois um cenário de geração de cash flow enfraquecida, de prejuízos e de cortes de custos, seja nos balcões, nos salários, na venda de operações.
Espero engolir estas palavras mas não creio que seja possível vender o Novo Banco por 4,9 mil milhões de euros. Se for depressa, a pressão sobre o preço é maior. Se for lentamente, os custos vão aumentando, inclusive nas contas públicas, e o banco pode ir desvalorizando o seu negócio, que não parece estar em condições comerciais pujantes. Além disso, a dívida do Fundo de Resolução ao Estado é tão grande – sim, daquele valor há 4,5 mil milhões que são dinheiro do Estado, é dívida pública, é pago por impostos dos portugueses – que os juros a suportar também o serão. A taxa de juro ainda não é conhecida mas mesmo que seja de 3,5%, muito abaixo do que pagaram BCP e BPI, o Fundo de Resolução terá de pagar mais de 150 milhões de euros de juros, o que absorve grande parte da dotação anual do Fundo, que é de 250 milhões.
Banco de Portugal e Governo dizem que, caso a venda do Novo Banco seja inferior a 4,9 mil milhões de euros, a dívida ficará no Fundo de Resolução. Hum… Isso quer dizer que seriam os demais bancos a pagar o prejuízo ao Estado. Duvido muito que isso possa acontecer, até porque significaria isso sim a dispersão do risco sistémico. Vão os acionistas do BCP, do BPI ou da Caixa (claro está) pagar o prejuízo? Pago para ver.
Pago mesmo. Porque se o Fundo de Resolução não compensar a diferença ao Estado, ou a dívida fica lá, tipo PPP a ser paga ao longo dos anos futuros pelos lucros e impostos dos demais bancos, ou os contribuintes acabam direta ou indiretamente por perder dinheiro.
Quanto vale o Novo Banco? Vale 4,9 mil milhões de euros? Dificilmente
Contas são contas e as minhas são estas. Não é prazer contrariar o entusiasmo geral (para o qual até o PS colaborou) e concordo que na sexta o desespero já era total: o comunicado do Banco de Portugal diz que o BES estava a deixar de ser contraparte do BCE e do FED, o que quer dizer que poderíamos enfrentar uma falência descontrolada. Mas não só 90% do dinheiro que acaba de ser injetado é do Estado como o Novo Banco tem de ser despachado depressa e por bom preço, caso contrário os contribuintes vão perder dinheiro, o Estado terá défice e os tansos do costume ouvirão de novo que andaram a viver acima das suas possibilidades. Garantido está já o efeito na economia, haja ou não uma boa venda do Novo Banco.
Poucas vezes escrevi esta frase: espero estar completamente enganado e pedir desculpa até ao final do ano aos leitores. Antes enganado que esganado. Mas já sinto o pescoço amarfanhar-se.

Observando o Mundo. DESPERTAI! JULHO DE 2014






Estados Unidos
Em 2012, de acordo com um levantamento feito pelo Departamento de Agricultura, 14,5% das famílias americanas — um total de 49 milhões de pessoas —, em algum momento, “não sabiam se teriam ou se conseguiriam comprar comida suficiente para todos na família”.

Espanha
Numa pesquisa feita com universitários, 56% das mulheres e 41% dos homens admitiram participar de binge drinking, ou seja, o consumo rápido e excessivo de bebida alcoólica em uma só ocasião. De acordo com essa pesquisa, binge drinking significa tomar o equivalente a pelo menos oito doses no caso dos homens e seis doses no caso das mulheres.

Oceano Pacífico
Cientistas retiraram amostras de solo da fossa das Marianas a uma profundidade de uns 11 mil metros. Eles descobriram uma grande quantidade de bactérias e outros micróbios — embora a fossa seja um local de completa escuridão, extrema pressão e temperaturas quase congelantes. Anteriormente, pensava-se que seria muito difícil encontrar vida nessa profundidade.

Emirados Árabes Unidos
No ano passado, a fim de combater o número cada vez maior de casos de obesidade, as autoridades de Dubai ofereceram a seus moradores um grama de ouro, o equivalente na época a uns 45 dólares, para cada quilo que a pessoa perdesse. Para receber o ouro, as pessoas tinham de se cadastrar e então emagrecer no mínimo 2 quilos durante o mês de ramada.
http://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/g201407/observando-o-mundo/