SOS ONU. O TERROR GOVERNA LUANDA. banco millennium Angola, o crematório nazi. Fechar portas e janelas porque terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças, bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Bancos em Luanda. NOVO GOLPE (Crime organizado)





Caros Senhores: Abram os olhos
Estes bandidos estão demais cada vez procuram se aperfeiçoar mais.


Os salteadores estão se unindo com trabalhadores de bancos e agentes da unitel para fazer o golpe. Os trabalhadores bancários envolvidos investigam empresas com movimentações frequentes, retiram as assinaturas das contas, bem como número de telefone de confirmação dos levantamentos de empresas ou individualidade. Ai começa a festa, o número de telefone é passado para o funcionário da unitel, que por sua vez bloqueia o cartão e retira a segunda via do mesmo cartão, neste momento o funcionário bancário já fez um pedido de cadernetas de cheques, depois passam cheques em avultados valores, em nome de pessoas estranhas. Quando a agência do banco ligar para confirmar os valores, atende um dos membros da rede se fazendo passar por assinante da conta. O golpe de cancelar o numero de telefone eles fazem num prazo de 24H. No dia seguinte o telefone da vítima passa funcionar normalmente o que faz pensar que era uma falha técnica da unitel. Neste momento a unitel esta com vários processos às costas a serem instruídos para o tribunal.
Estes ladrões estão a dar este golpes a várias empresas e individualidades. Na segunda-feira 14 foi desmantelada já uma rede que fazia o mesmo golpe.
Divulgue este novo golpe
Coopere com a polícia com mais informações.

TOP 10 guerras mais bizarras (para não dizer ridículas) ao redor do mundo




O início de uma guerra é travado por muitos motivos. Honra, glória, terra, um libertador - a lista continua, mas há guerras que são incomuns, razões triviais ou desprezíveis. Conheça as guerras mais sem motivos, pelo menos para as pessoas ‘normais’.

http://www.jornalciencia.com/

10º - Lijar X França
Em 1883, os cidadãos de Lijar, uma pequena aldeia no sul da Espanha, ficaram furiosos quando ouviram relatos de que, ao visitar Paris, o rei espanhol, Alfonso XII tinha sido insultado e até mesmo atacado nas ruas por multidões parisienses. Em resposta, o prefeito de Lijar, Miguel Don Garcia Saez, e todos os 300 cidadãos da pequena cidade, declararam guerra à França em 14 de outubro de 1883. Nenhum tiro foi disparado e não houve vítimas de ambos os lados durante o confronto.
Duração: (1883-1981) Noventa e oito anos.
Vítimas: nenhuma.
09º - Guerra do Balde de Carvalho
Esta guerra começou em 1325, quando uma rivalidade entre os Estados Independentes da Cidade de Modena e Bolonha saiu do controle sobre a mais improvável das coisas: um balde de madeira.
O problema começou quando um grupo de soldados de Modena invadiu Bolonha roubando um balde de madeira. Bolonha, que pretendia assegurar tanto o seu balde quanto o seu orgulho, declarou guerra à Modena. A guerra continuou por 12 anos, mas Bolonha nunca conseguiu obter o seu balde de volta, ele ainda está armazenado na torre do sino de Modena.
Duração: (1325-1337) Doze anos.
Vítimas: desconhecido.
08º - A Guerra do Paraguai
O presidente do Paraguai, Francisco Solano Lopez, era um grande admirador de Napoleão Bonaparte. Ele imaginava-se um estrategista hábil e comandante excelente, mas faltava uma coisa: uma guerra. Um dos principais motivos para início da guerra foi o desentendimento sobre os limites das fronteiras entre os países. Então, para resolver este problema, em 1864, ele declarou guerra à Argentina, ao Brasil e ao Uruguai. O resultado? Paraguai foi quase aniquilado. Estima-se que 90% da sua população masculina morreu durante a guerra, de fome, doenças e fruto de batalhas com exércitos inimigos. Esta foi talvez uma das guerras mais inúteis da história.
Duração: (1864-1870) Seis anos.
Vítimas: 400 mil em ambos os lados
07º - A Guerra do Cachorro da Fronteira
Em 1925, a Grécia e a Bulgária não eram amigas. Elas lutaram entre si durante a Primeira Guerra Mundial e as feridas ainda não havia cicatrizado. As tensões estavam altas ao longo da fronteira, especialmente ao longo de uma área chamada Petrich. Essas tensões chegaram a um ponto de ebulição em 22 de outubro de 1925, quando um soldado grego perseguiu seu cão através da fronteira búlgara e foi morto a tiros por um sentinela búlgaro. Grécia prometeu retaliação e, fiel à sua palavra, invadiu Petrich no dia seguinte.
Eles rapidamente retiraram as forças búlgaras da área, mas foram interrompidos pela Liga das Nações, que sancionou a Grécia e ordenou-lhes sair de Petrich e pagar uma multa a Bulgária por perdas e danos. Grécia retirou suas forças dez dias depois e pagou 45 mil libras a Bulgária, equivalente a mais de 125 mil reais.
Duração: (23 outubro - 2 novembro, 1925) Dez dias.
Vítimas: Cinquenta e dois mortos em ambos os lados.
06º - A Guerra Aroostook
A Guerra Aroostook era um confronto militar entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha ao longo da fronteira do Maine. Após a Guerra de 1812, as forças britânicas haviam ocupado a maior parte do leste de Maine e, apesar de não ter tropas na área, ainda era considerada como território britânico. No inverno de 1838, lenhadores americanos cortaram lenha na área em disputa e, como resultado, incitou a ira da Grã-Bretanha, que mudou suas tropas para a área.
No entanto a logística de cada lado mudou e os americanos receberam enormes quantidades de carne de porco e feijão devido a um erro no departamento de suprimentos. Isto levou ao apelido mais popular da guerra, "The War Of Pork and Beans". A Grã-Bretanha concordou em dar a volta em Maine e, em contrapartida, as tropas americanas recuaram. A Guerra Aroostook era desprovida de combate militar, mas ainda havia centenas de mortes por doenças e lesões acidentais.
Duração: (dezembro 1838-novembro 1839) Onze meses.
Vítimas: 550 mortos em ambos os lados.
05º - A Guerra do Porco
Outra guerra britânica / americana, The War Pig foi iniciada quando um soldado de infantaria britânica atirou em um porco que estava vagando em solo americano. A milícia local ficou esperando que os britânicos fizessem um movimento. Eventualmente, o britânico pediu desculpas e a breve guerra terminou, deixando o porco como a única vítima.
Duração: (junho-outubro 1859) Quatro meses.
Vítimas: Um porco.
04º - Guerra dos 335 anos
Esta guerra foi travada entre os Países Baixos e a Ilha de Sicília, que está localizado na costa sudoeste da Grã-Bretanha. A guerra começou em 1651, mas como muitas guerras daquela época não eram levadas a sério, logo foi esquecida. Três séculos se passaram antes que os dois países finalmente concordaram em um tratado de paz em 1986, fazendo sua guerra mais longa da história humana.
Duração: (1651-1986) 335 anos.
Vítimas: Nenhuma.
03º - A Guerra do Futebol
Algumas guerras começam com um ataque de surpresa, outros um massacre, mas este começou com um jogo de futebol entre El Salvador e Honduras, em 1969. El Salvador perdeu o jogo e as tensões aumentaram até que, em 14 de junho, o Exército de El Salvador lançou um ataque em Honduras. Surpreendido pela violência súbita da Organização dos Estados Americanos organizou um cessar-fogo que entrou em vigor em 20 de junho, apenas cem horas após os primeiros tiros.
Duração: (14-20 junho 1969) Quatro dias.
Vítimas: Três mil mortos em ambos os lados.
02º - Moldávia X Transnístria
Esta guerra começou pouco depois do colapso da União Soviética, quando o país ex-bloco soviético da Moldávia viveu uma crise. Dois terços do país queria a aproximação com a Romênia, mas o terço restante queria permanecer perto da Rússia. Como resultado, a guerra eclodiu. Mas o que torna esta guerra verdadeiramente estranha é o fato de que os homens lutaram entre si durante o dia, e se reuniam muitas vezes, durante a noite, para beber. Soldados até fizeram pactos para não atirar uns aos outros no dia seguinte. Um soldado escreveu em seu diário: "A guerra é como uma festa grotesca, durante o dia nós matamos o nosso inimigo, durante a noite nós bebemos com eles”.
Duração: (2 março - 21 julho 1992) Quatro meses.
Vítimas: 1,3 mil mortos em ambos os lados.
1º - A Guerra das Emas
Esta é talvez a única guerra formal, onde um dos beligerantes não era humano, mas sim aves. Em 1932, a população emu da Austrália estava crescendo fora de controle, com uma estimativa de 20 mil emas correndo ao redor do deserto australiano e causando estragos.
Em resposta, os militares australianos enviaram uma força-tarefa de soldados armados com metralhadoras para matar as emas e até mesmo brincando, declararam guerra contra elas. No entanto, eles encontraram complicações, as emas revelaram-se extremamente resistentes, mesmo quando atingidas por balas. A Guerra das Emas durou quase uma semana, até que o major Meredith, caiu em desgosto depois que os soldados "perderam" para os pássaros.
Duração: (11-18 novembro 1932) Sete dias.
Vítimas: 2,5 mil emas.

Lisboa. Em 86 funerais, seis crianças que ninguém reclamou





Por Kátia Catulo com Lusa
www.ionline

Tal como os adultos, as crianças morreram sozinhas. Foram deixadas nos hospitais ou descobertas no lixo
São bebés ou crianças muito pequenas que morreram este ano e ninguém reclamou. O Instituto de Medicina Legal ou os hospitais transferiram os corpos para a Irmandade da Misericórdia e de São Roque de Lisboa, que fez o seu funeral. Foram seis funerais de crianças, no total de 86 em que estão incluídos adultos que também morreram sozinhos em casa, na rua ou nos hospitais.
São crianças normalmente abandonadas pelos pais. E deixadas nos hospitais, nas ruas em sacos de plástico ou em caixotes de lixo, contou à Lusa o irmão provedor Pedro Vasconcelos: "Os casos não vêm com muita informação e aquilo que sabemos de uma maneira geral é que ou são crianças que, sendo abandonadas pelos pais, tiveram tratamento numa unidade hospitalar e depois disso morreram ou então já estavam mortas quando foram abandonadas."
Entre as 86 pessoas cujo funeral a Irmandade acompanhou nos primeiros nove meses deste ano, 47 eram homens, 29 mulheres, seis crianças e houve ainda quatro desconhecidos, ou seja, pessoas de quem não se descobriu qualquer identidade.
O procedimento normal passa por a Irmandade receber uma comunicação do Instituto de Medicina Legal de que tem um corpo para libertar, sendo o funeral pago pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. À irmandade cabe acompanhar o funeral, através de um sacerdote ou diácono, fazendo orações, levando velas e flores. Há contudo situações em que a gestão dos acompanhamentos dos funerais se complica: "Houve um dia que foram 12 funerais", contou Pedro Vasconcelos, acrescentando que normalmente os funerais se repartem por vários grupos, mas também acontece um grupo ter de acompanhar vários funerais, tendo para isso de concentrar mais de um no mesmo cemitério à mesma hora. A Irmandade da Misericórdia e de São Roque de Lisboa faz acompanhamento de funerais desde 2004, tendo realizado já 1257, 691 de homens, 301 de mulheres, 36 de crianças, 56 de nados mortos e 87 de desconhecidos. 



A sombra do fascismo e nazismo ronda o Brasil




Por Marilza de Melo Foucher - de Paris
CORREIO DO BRASIL

Estamos vivendo uma situação política no Brasil extremamente grave, onde o germe do ódio se propaga e a xenofobia se espalha impunemente. A maneira como os nordestinos, negros, índios, gay, lésbicas e pobres vêm sendo tratados nesta campanha presidencial comprova a existência de um tipo de neo-fascismo e neo-nazismo em plena expansão no Brasil e mais especificamente em São Paulo, na região sudeste e sul do Brasil. Todavia, infelizmente, esses comportamentos estão presentes também em outras regiões brasileiras. Não perceber este perigo é banalizar esta situação. Existe um terreno fértil para a implantação dessas ideologias nefastas no Brasil.
Vejam os resultados em termos de votos que teve o Pastor Feliciano, o Celso Russomanno em São Paulo, o Jair Bolsonaro, o Luis Carlos Heinze. Ao dar votos a esses candidatos os eleitores legitimaram a presença da extrema direita no parlamento brasileiro.  Além desses nauseabundos eleitos de modo espetacular, existem muitos jornalistas de canais de televisão no Brasil e das revistas do grupo Abril que propagam mentiras, que instigam o ódio ao PT, incitam o racismo, a violência e, descaradamente e sem complexo, assumem as idéias da extrema direita. Outro perigo é o crescimento do fundamentalismo religioso, o nível de fanatismo é assustador. Todos esses grupos apóiam incondicionalmente o candidato Aécio Neves. Existe neste caso uma afinidade ideológica com o programa neoliberal do candidato.
Se o conjunto da esquerda brasileira não consegue se unir neste segundo turno, não coloca seus militantes nas ruas para dialogar com a população sobre este perigo, a direita brasileira reacionária que já vem há alguns anos se reestruturando, e conta com uma avançada estratégia de comunicação junto à opinião publica, na certa voltará ao poder. Não quero exagerar, mas as armadilhas estão montadas para derrubar a Dilma e não devemos ignorar o risco de perder as eleições!
O pior é que muitos segmentos da esquerda brasileira, ainda não entenderam que a sociedade brasileira na sua maioria é conservadora.
Daí, o momento não é de divisão e sim de resistência republicana.
Pensem antes de agir! Se vocês comentem a burrice de votar em branco ou nulo, vocês serão responsáveis pela volta da direita, e, também pela destruição de todas as conquistas sociais dos governos de Lula e Dilma. Não votando em Dilma vocês irão contribuir para que a direita e seus aliados fascistas e nazistas ganhem as eleições e na certa permanecerão por muito tempo no poder no Brasil. Reflitam antes de decidir, pois depois será tarde demais para voltar atrás. A direita conservadora não tem nenhum complexo em compactuar com as ideologias da extrema direita. Além disso, ela tem em suas mãos, talvez a maioria dos membros do poder judiciário, o poder econômico e o quarto poder (os meios de comunicações), isto quer dizer que eles são suficientes fortes para provocar um golpe, não do tipo militar, mas com o apoio desses aparatos. A hipótese de uma derrota de Dilma repercutirá em toda a América Latina e fragilizará a correlação de força dos governos de esquerda e centro-esquerda.
Sabe-se que a direita brasileira tem aliados fortes no plano internacional, exemplo o capital especulativo responsável pela crise da economia real aposta na derrota de Dilma. Eles recebem apoio dos governos neoliberais que estão no comando da governança mundial. Vale ressaltar que para os adeptos do neoliberalismo, o mundo global tem somente dois atores principais: as empresas e os consumidores, para eles não existe cidadãos. Para os teóricos da governança mundial a concepção do Estado deveria ser enterrada, o Estado passa a ser visto como intruso, no lugar do Estado protetor do Bem-Estar Social surge o Estado Empreendedor, um bom acionário. Esse novo imperialismo é operado em forma de consórcio internacional, que dita normas diretivas para regulamentar a doutrina econômica neoliberal.
O candidato Aécio Neves defende exatamente esta concepção neoliberal de Estado.
Os governos petistas e outros governos de esquerda e centro-esquerda na América Latina romperam com a globalização da exclusão e optaram por um «desenvolvimento inclusivo« onde o Estado tem um papel importante e isto atrapalha este novo imperialismo. Sem contar que o Brasil ao participar da criação do Brics, passou a representar uma ameaça para as grandes potências que pensavam continuar no comando desta governança mundial ditando suas regras para o resto do mundo. O Brasil e outros países considerados de emergentes quebraram esta regra e hoje são atores importantes de um mundo multipolar.
Chamo atenção dos companheiros e companheiras da esquerda não petista, que tentam justificar suas escolhas com argumentos de que o PT já esta há muitos anos no governo e deve ir para a oposição; ou que o PT traiu a esquerda e que aceitou o apoio de Color, Sarney, e até de Maluf. Ninguém questiona o tempo que a direita governou no Brasil e ainda governa na maioria dos Estados brasileiros. Também é difícil imaginar quem teve um passado ligado às lutas sociais declarando apoio a Aécio que é o candidato dos segmentos mais reacionários e neofascistas do Brasil.
Vale ressaltar que a esquerda sempre foi uma minoria, e poucos partidos são representados no parlamento brasileiro. Infelizmente, uma parte da esquerda brasileira na sua diversidade, ainda não entendeu que sem uma verdadeira reforma política é impossível governar uma republica federativa, compondo somente com os partidos de esquerda. Infelizmente, a despolitização da população brasileira é cada vez maior, daí, faz-se necessária muita pedagogia para explicar a importância da política no quotidiano. Ampliar um dialogo mais permanente com a população e sua base popular é urgente e necessário.
Desde a época da ditadura que a direita no Brasil participa ativamente na despolitização de massa. Hoje se trata de uma estratégia política para reconquistar o poder sem muitos questionamentos. Eles pregam a individualização da sociedade e alimentam o desencanto ideológico sem nenhuma analise critica. Existem também correntes ambientalistas que hoje negam o papel dos partidos. Muitos acham que a causa ecológica não é política. Cresce o numero de pessoas que se envolvem localmente por causas específicas sem ver a realidade global. Essas pessoas estão se mobilizando para suas necessidades próprias e aspirações do momento, mas essa mobilização não necessariamente defendera uma causa de interesse coletivo. Existe também um déficit de formação política dos militantes, principalmente, sobre questões ligadas à cidadania política. Um dos grandes desafios de hoje diante da despolitização e abuso de poder, é investir na educação para o exercício da cidadania e do poder.
A despolitização pode dar elementos explicativos sobre porque a Casa do Povo continua com um numero considerável de representantes da Casa Grande e Senzala. E nessas ultimas eleições os mais votados representam a asquerosa extrema direita.
O pensamento dialético existe para que possamos entender as contradições de nossa sociedade e agir em conseqüência.
Eu acho que o PT, enquanto partido e governo, cometeu alguns erros, entretanto, não podemos negar os benefícios que os governos do PT trouxeram para as populações miseráveis e pobres. Este projeto de sociedade não pode ser interrompido.
As alianças que o PT estabeleceu não são de ordem ideológica, não existe compromissos com a extrema direita, as coligações são circunstanciais, tendo em vista as características do sistema eleitoral no Brasil que é perverso, e não corresponde aos avanços realizados pela democracia. Mesmo que o PMDB, PTB sejam partidos de tradição histórica no Brasil, existem no seu interior certas personalidades que não são comprometidas com as causas nobre da política que é de estar a serviços dos interesses nacionais e não aos interesses pessoais. Os senadores Sarney e Collor fazem parte das personalidades questionáveis, mas, não podemos acusar estes políticos de fascistas ou próximos da ideologia nazista.
A declaração da Presidente Dilma ao receber os movimentos sociais, organizações da sociedade civil que realizaram com sucesso a consulta popular sobre o Plebiscito pela Reforma Política, foi bastante clara e ela assumiu mais uma vez seu compromisso com a reforma política ao dizer: “Tenho a convicção de que o Brasil precisa da Reforma Política. É uma das pautas mais importantes, que é a mãe de todas as reformas. O Brasil precisa, tanto para poder avançar institucionalmente, quanto para combater a corrupção. “
O resto vai depender de capacidade dos grupos organizados em criar uma correlação de força para pressionar para que as reformas estruturais desta vez sejam realizadas, pois o governo não pode governar sem o povo, do contrario, a democracia perde o sabor do desafio.
Marilza de Melo Foucher é economista, jornalista e correspondente do Correio do Brasil em Paris.