terça-feira, 8 de maio de 2012

Titica faz operação para mudança de sexo




Brasil –  O cantor angolano "Titica", que se encontra neste momento no Brasil, esta a ser submetido a um processo para mudança de sexo que a irá tornar na primeira transexual angolana. A revelação foi  avançada pela mesma, a imprensa brasileira contando que está na fase do acompanhamento  psicológico para compreender o processo de mudança de sexo. “Está acontecer aos poucos”, avançou ao responder se já foi operada.

Fonte: Club-k.net
Cantora diz que está acontecer  aos poucos
A constituição angolana é omissa sobre esta questão  pelo que se desconhece, sobre o futuro tratamento   jurídico que lhe será dada após a mudança de sexo.  Desde algum tempo o cantor passou a adoptar de forma informal o nome feminino de Teca Miguel Garcia que explica ser uma homenagem ao apelido que recebeu de seus pais na infância, Tica-Tica, que significa criança peralta.

Titica que cresceu com  as suas tias no Bairro Operário começou a manifestar-se desde a puberdade inclinação para tendências opostas ao sexo masculino. Há três anos atrás, quando tinha 21 anos de idade,  viajou para o Rio de Janeiro para implantar prótese de silicone nos seios.  Desde então passou apresentar-se como mulher e é pela sua abertura que ganhou carinho e respeito por parte da sociedade angolana.

“É uma convocação para saírem do armário (risos)”, brincou o mesmo, mudando de tom ao falar da  sua sexualidade: “Assumir foi muito difícil para mim. A família não aceita, a sociedade angolana é muito fechada. Fui desprezada, apedrejada. Um dia coloquei uma saia, um brinco, depois um top”, revelou, realçando que “enfrentei muito preconceito”.

“Entendo eles [meus pais]. Eles criaram um filho não para ser da forma como sou. Mas depois eles entenderam que eu sou assim e serei assim sempre. Uma vez mulher, sempre mulher”, disse o cantor, que não despreza um salto alto de 15 centímetros, cílios postiços, maquiagem com glitter, além de enormes unhas pintadas de esmalte cintilante. Por fim, o cantor confessou que é solteira. "Estou pronta para amar", avançou. 
Depois de Titica quem se segue?

O caso Titica é inédito em Angola. Na década de 90, a homossexualidade era tida como um assunto constrangedor para as famílias levando os protagonistas a fecharem-se. Nos últimos anos, a  corrente gay cresceu, embora não estejam reunidos em torno de uma associação cívica que defenda os seus direitos. A pergunta que fica nos bastidores, é, depois de Titica, quem será a próxima?

domingo, 6 de maio de 2012

Yola Araújo, a voz que encanta



Luanda  - A sua carreira faz 12 anos. Começou a fazer coros e hoje é uma das vozes femininas mais respeitadas da música angolana. Simples, discreta, com uma vida pacata como nos confessa, está agora a preparar um novo disco. Mas tem mais projectos a caminho.
Fonte: Soulzouk Club-k.net
Nasceu na Lunda Sul mas sempre viveu em Luanda, no bairro do Sameko. A vontade de cantar veio da juventude, quando se habituou a ouvir outras cantoras e a ver os primeiros espectáculos. Como tinha algum jeito, começou a fazer coros para outros artistas em 1997, um primeiro passo que lhe deu a oportunidade de entrar no meio musical. Conheceu pessoas e projectos e, em 1999, juntamente com Margareth do Rosário e Djamila D’elves arrancou com o grupo Melomanias.

Um projecto que teve um grande impacto no final dos anos noventa, ligado a um novo movimento da música angolana onde o kizomba e o semba se misturavam sem quaisquer complexos. Foi o seu primeiro cartão de visita. “O grupo acabou por desfazer-se. Cada uma de nós queria ter uma carreira a solo. A primeira a sair foi a Margareth, e depois fui eu”.

O primeiro álbum

Em 2001 lança o seu primeiro álbum a solo, Sensual, um trabalho que foi muito bem recebido pelo público. Isso valeu-lhe ganhar rapidamente notoriedade e colocar-se, na altura, entre os novos nomes da nossa música. “Este foi um álbum em que fiz cerca de 90% das letras, sendo que as músicas foram feitas fundamentalmente pelo Jorge do Rosário. Há também uma faixa do Manu Soares”, refere Yola Araújo, que acrescenta, “Eu não tenho conhecimento musical do ponto de vista da formação. Nunca estudei. Faço as letras e entrego aos produtores, que depois fazem as melodias sobre as palavras”.

VENCE UM DISCO DE PRATA

Em 2003 tem um grande sucesso com o seu segundo disco, Um Pouco Diferente, foi disco de prata, sendo que em 2006 lança Diferente e Mais um Pouco. É também premiada em diversos concursos e por várias instituições. Um trajecto que a leva a fazer muitos espectáculos pelo país, “antes de começar a cantar não conhecia a província”, e a desenvolver parcerias com outros músicos. Vai solidificando a sua carreira juntamente com a vontade em melhorar a sua voz e a sua presença em palco.

Com toda a simplicidade construiu uma carreira que faz agora 12 anos. Tempo suficiente para fazer um primeiro balanço. “Penso que neste tempo amadureci bastante. Hoje tenho o ouvido mais apurado, percebo o que pode ou não ser um sucesso. Uma intuição que vamos desenvolvendo com os anos. Também melhorei bastante a minha postura no palco. Hoje é diferente. Aprendi bastante na forma de vestir e de dançar e, também eduquei a minha voz. Com o passar dos anos e com a experiência que vamos adquirindo, temos maior preocupação com os pormenores. Quero fazer sempre melhor”.

A experiência também se estende a outras áreas. “Também aprendi a seleccionar as pessoas com quem quero trabalhar. Tenho as minhas ideias, o meu projecto, e tenho que ter pessoas em quem confio para discutir os caminhos a percorrer. Isso faz-se com bons músicos, mas também com boas pessoas. Eu tenho os meus objectivos e sei onde quero estar. Por exemplo, o Heavi C produziu o meu segundo e terceiro álbum e é uma pessoa com quem gosto muito de trabalhar. Existe uma química própria que faz com que seja mais fácil que as coisas fiquem como quero”, explica a artista.

Como todos os cantores, também Yola Araújo divide a sua vida profissional entre os estúdios e o palco, num equilíbrio que nos explica: “Na verdade gosto de estar em estúdio a trabalhar. A ver as músicas crescerem. Mas também gosto muito do palco, do contacto com o público. Num espectáculo tenho sempre uma vontade enorme de entrar. É uma sensação muito boa”. A cantora faz também questão em reforçar o facto de gostar muito de cantar nas principais cidades da província, reconhecendo que hoje a carreira musical dos artistas não se faz apenas na capital, mas que já tem uma dimensão nacional.

vem aí O Quarto CD

Os projectos a curto prazo passam pela gravação de um quarto disco. “Tenho gravado um CD a cada três anos. Acho que é isso…”, diz com uma grande gargalhada, acrescentando, “estou agora numa altura de idealizar o novo disco. Possivelmente vou juntar produtores das Antilhas e de Cabo Verde. Hoje existe uma fusão entre as diversas culturas e os diversos artistas. Também é verdade que a música angolana começa a expandir--se para outros países, a sair de Angola. Não é muito fácil, mas o kizomba, o kuduro ou o semba começam a ser ouvidos em outros mercados.

No outro dia estava a ver um programa do Jô Soares na Globo e começo a ouvir um “raga” meu. E não foi a primeira vez. Isso é um sinal que estamos a furar algumas barreiras e podemos pensar em lançar os nossos discos em outros mercados”.

Ainda é prematuro dizer o que vai ser este quarto CD, mas Yola Araújo tem também como objectivo fazer um grande espectáculo que marque os 12 anos da sua carreira. “Este ano ainda quero fazer outro grande espectáculo em Luanda (depois do que fez no Karl Max no dia 28 de Março). E possivelmente levá-lo também a outras províncias onde tenho os meus fãs. Em Benguela, por exemplo, existe um público muito fiel à minha música”, revela.

Acrescente-se que a artista é hoje agenciada pela LS Produções. Prova que os artistas angolanos começam a ter profissionais sérios que sabem gerir as respectivas carreiras, o que se reflectirá na qualidade e no impacto do seu trabalho. Quer seja no país ou no estrangeiro.
Vive apenas da Música

Yola Araújo faz parte de uma geração de vozes femininas que nasceu nos finais dos anos noventa e inícios de 2000, onde estão nomes como Yola Semedo, Ary, Margareth do Rosário, Patrícia Faria, entre outros. Isto pode gerar naturais invejas e desconfianças entre elas, o que para a artista merece o seguinte comentário: “Aparentemente não! Isso não acontece. Pelo menos quando estamos juntas não existe esse sentimento. Do meu ponto de vista a concorrência é importante. Não achar que somos a melhor. Procuramos todas fazer coisas com mais qualidade e isso deve-se ao facto de existirem várias cantoras de qualidade. Penso que esta concorrência é boa para todas nós”, sublinha.

O espaço da música também é cada vez maior na sociedade. O que faz com que os artistas possam viver apenas do seu talento, o que não acontecia em anos passados quando os cantores tinham quase sempre outras profissões. Isso permite maior empenho e maior profissionalismo. “Eu vivo da música desde sempre. Tem dado certo. Deus tem-me agraciado com essa sorte”, diz com um rosto mais sério.

Em casa com a filha Ayani

Em casa a música também está presente. “Procuro ouvir diversos discos. Gosto do James Blunt, da fase espanhola da Christina Aguilera, mas também oiço música angolana com regularidade. Informo-me do que vai saindo e vou ouvindo o que posso”, explica Yola Araújo, confessando com um enorme sorriso, “sou muito “noveleira”. Gosto de estar em casa como a minha filha a ver as telenovelas que passam na televisão. Isso faz com que tenha menos tempo para ler e ouvir música. Mas sempre se arranja um espaço”.

Recorde-se que a cantora foi mãe recentemente, a sua filha nasceu apenas há quatro meses. “Chama-se Ayani, que significa flor bela em etíope. Naturalmente que uma filha altera um pouco a nossa rotina. Mas é possível manter a nossa carreira e as nossas obrigações com o apoio da família. Os meus pais e os meus sogros dão uma grande ajuda, o que aliás acontece em todos os casais”, explica, acrescentando, “Eu estava preparada e queria ser mãe. Isso faz com que as coisas sejam mais simples. Naturalmente que existem questões que se colocam quando tenho ensaios e espectáculos. Quando tenho de sair de Luanda. Mas tudo se resolve. As minhas irmãs também são muito importantes no equilíbrio da família. Neste aspecto sou bastante beneficiada”.

O equilíbrio emocional é muito importante para quem quer desenvolver uma carreira de sucesso. Yola Araújo vive há muitos anos com o seu marido, Fredy Costa, que tem também um profissão desgastante, é modelo e actor. “Na verdade conseguimos conjugar bem as nossas vidas. Normalmente almoçamos sempre juntos e ele chega a casa pelas 19/20 horas. Não existe nada de especial, somos como qualquer outro casal. Quando ele tem gravações à noite é que se quebra a rotina. Quando tenho espectáculos fora de Luanda ele acompanha-me quase sempre, pelo que passamos muito tempo juntos. Tenho uma vida tranquila, nada de complicado”, revela a cantora.

Planos para o futuro

Inquirida sobre como se vê daqui a vinte anos, respondeu:“Não parei para pensar o que será a minha vida daqui a 15 ou 20 anos. Uma coisa sabemos, queremos ser independentes e isso passa também pela vertente financeira. Vamos desenvolver negócios nossos para podermos ser patrões de nós mesmos. Esse é um objectivo que temos e no qual estamos a trabalhar”.

Também não se esquece da vertente da solidariedade. “Gostava de fazer algo em benefício dos outros. Sempre foi uma preocupação minha. Existem outras pessoas com mais necessidades e nós podemos contribuir. Faço muitas aparições em espectáculos para causas sociais ou actividades de beneficência. Isso faz-nos também ficar bem connosco. Temos que ser mais solidários numa sociedade que é cada vez mais competitiva”, diz Yola Araújo a terminar.

Uma cantora sensual

Yola Araúo é casada com Fredy Costa, modelo e actor. Foi mãe há apenas quatro meses. A filha é orgulho do casal. Chama-se Ayani, que significa “flor bela” em etíope. Hoje considera-se uma pessoa diferente da jovem que lançou o primeiro álbum Sensual. “Hoje tenho o ouvido mais apurado. Percebo o que pode ou não ser um sucesso. Também melhorei bastante a minha postura no palco. Também aprendi a seleccionar as pessoas com quem quero trabalhar”, diz a cantora

Yolete, a sucessora

A artista é a mais velha de quatro irmãs e a única que assumiu a música como profissão. Não existem raízes musicais na sua família, excepto do lado do seu avô. “Ele não era profissional. Mas tinha uma excelente voz. Cantava no quintal, nas reuniões de amigos”. Por isso não foi fácil aceitarem esta escolha. “No início da minha carreira, o meu pai era falecido e a minha mãe não aceitou. Achava mais importante que eu continuasse a estudar. Mas à medida que a minha carreira foi crescendo, ela passou a gostar e hoje é a minha fã número um”, diz bem-disposta, acrescentando sobre quem lhe vai seguir as pisadas na família, “tenho uma sobrinha, Yolete, que também pode vir a ser artista. Diz sempre que quer ser cantora como a tia”.


terça-feira, 1 de maio de 2012

Kid MC o Músico do Hip Hop Angolano



Luanda - Kid Sebastião Manuel, mais conhecido pelo seu nome artístico “Kid Mc” é músico, é considerado uma das maiores revelações do hip hop Angolano, começou a sua carreira musical em meados dos anos 2000, desde o início da sua carreira gravou três álbuns, é realmente visto pela sua forma revolucionária ao estilo “underground”, com o seu timbre vocal e fortemente clamoroso.

* Manuel De Sousa
Fonte: ACE Report Club-k.net
Maioria das suas músicas foca em questões controversas na sociedade, factos relacionado com o quotidiano, questões como a hierarquia de classes, a pobreza e sobre tudo a discriminação social. Maior parte das composições é de sua autoria e fizeram a entrada nas paradas de sucesso Angolano.

O seu primeiro álbum, intitulado “Caminhos”, lançado em 2008, na qual teve vendas em um número razoável mais não obteve grande reconhecimento por parte do público, embora não tenha tido grande apoio da media e promotoras de espectáculos, neste que acabaria de não fazer maior sucesso no que concerne ao segundo e terceiro álbum.

Kid Mc lançou o segundo álbum em 2009, intitulado “Breves considerações” – um álbum extraído de Mixtape, efectivamente controverso, foi bem-sucedido e contribuí para o aumento da popularidade do hip hop nacional, eventualmente o seu número de fãs aumentava a cada dia e suas músicas por subsequência se tornaram “hits” nos bairros periféricos de Luanda.

Em 2010 o lançamento do Incorrigível”, o terceiro trabalho do mestre de cerimónia ou para muitos Kid Mc, desta obra seriam rosto de alguns temas de referência - (“Farei o Que Puder”, “Sinto a Vossa Dor”, Fecha A Boca, “Metamorfose” e “Angolana”) destes temas referenciados dos quais fazem maior sucesso em torno de toda Angola. Em termos de vendas, o álbum O Incorrigível atingiu um número considerável, 10 mil cópias que chegou a estourar na capital do país. “Causando uma invasão por parte dos fãs que se aglomeravam ao local de venda na praça da independência, a propósito disso Kid Mc e a staff foram obrigados a abandonar."

O Incorrigível um álbum que foi submetido a mas uma reedição, devido ao prévio esgotamento na primeira fase de venda, e portanto causando mesmo assim uma demanda por parte dos fãs, a produtora musical Mad Tapes realiza o mega show de Kid Mc, começando por Luanda e de seguida para Benguela, Huambo, Bié e Malanje, ao longo da sua torne chegou a vender mas uma vez o disco em referencia, o musico também cedeu cessões de autógrafos, e venda de camisolas, atendendo mesmo a demanda do publico que pela primeira vez tiveram o privilégio de ver Kid Mc.

kid Mc tornou-se um dos maiores músicos da atualidade no cenário hip hop nacional, devida toda essa percussão é notável que o ano de 2011, fica marcado pelo facto de fazer uma carreira brilhante, cheia de sucesso e de destaque para o hip hop. O músico que se fazia acompanhar com o seu produtor musical e fundador da Label MadTapes, Luís Queirós mas conhecido por “Samurai”, que desde então produziu as suas músicas.

Obviamente, para muitos Kid Mc, é denominado como David Zé, onde uma grande multidão em Malanje receberam o musico com gritos e chamavam lhe David Zé! David Zé! David Zé... Sobretudo junto a um público de jovens adolescentes na sua maioria masculino criando uma massiva legião de fãs, destes que por seu turno vem deparado com vários problemas sociais, Kid Mc canta de forma a transmitir e advertir a sua música ao público.

Na sua curta carreira musical, Kid Mc surpreendeu mesmo os seus fãs, desta feita, chegou a afirmar, via facebook que vai abandonar a vida musical e que vai lançar a sua última obra discográfica intitulado “sombra”, de acordo com o rapper, o lançamento do seu último álbum previsto ainda este ano. Muitos dos fãs se aperceberam quando Kid Mc, afirmava na sua página do facebook.

Porém, a  propósito disto houve muitos comentários por parte dos fãs, questionando em forma de curiosidade com relação a decisão tomada pelo músico. Entretanto, depois de alguns dias Kid Mc, reaparece ao facebook com um pedido de desculpas ao público. “Mando sinceras desculpas aos fãs pela brincadeira de mau gosto”. O músico chegou mesmo a dizer que não abandonará o hip hop.


Belito Campos, músico e compositor



Lisboa - BELITO CAMPOS, músico, compositor, intérprete e produtor nasceu em Angola de onde partiu para Portugal ainda adolescente. Muito cedo começou por dar os primeiros passos na música deixando para segundo plano os estudos em que pretendia seguir Direito.

Fonte: belitocampos.com Club-k.net
Foi o fundador e impulsionador do Grupo TROPICAL BAND que gravou com o artista Angolano Bonga a célebre música da “Lágrima no canto do olho”, “Currumba”, etc...

A partir daí, os caminhos para os Tropical Band foram facilitados, e as portas da Editora Discossete abriram-se para a gravação de 3 discos de enorme sucesso.


Quem não se recorda do "Meia Noite, (Todos cansados e Todos Xuxados)", "Muangolê", “A Culpa é Dela”, “Sacudindo a Bunda”, “Apalpadela”,  “Eu Sou da Banda”, “Quem é Ela”, “Só Pensa Naquilo” e tantas outras que foram galardoadas com discos de Prata, Ouro e Platina.
Em 1994 o grupo liderado por BELITO aceita um novo desafio e assina pela Editora discográfica Vidisco.

Rumando até Paris gravam, e lançam mais 3 discos, também galardoados e onde se destaca a música Jardins Proibidos em versão Kizomba.

A magia… a cor… e a alegria dos sons Africanos interpretados por este artista já passaram por quase todos os palcos nacionais, incluindo, digressões pela Europa, África, Ásia e E.U.A.

BELITO CAMPOS também deu o rosto como apresentador e repórter no programa televisivo "Made in África" no canal 1 da RTP.
 
Após esta caminhada, BELITO CAMPOS gravou em 2001 já a solo, e numa experiência única e inesquecível, com cerca de 23 músicos provenientes de Portugal, Angola, Cabo-Verde, Guiné, Brasil, Cuba, Espanha e Moçambique, o novo trabalho discográfico com o título "CORES".  

Em 2007, a convite da Editora Discográfica Espacial e também, após um interregno justificado pelo desejo de conhecer novos sons e novas culturas, eis que BELITO CAMPOS, se preparou para mais um desafio na sua carreira musical propondo-nos um novo e espectacular trabalho discográfico. E foi nesse mesmo editou mais um CD de enorme sucesso FAÇAM BARULHO , que em muitos êxitos constam FICAM COMIGO e OH FALA BEM.
 
Em 2008, aceita um novo desafio e desta vez como Apresentador e Animador de Rádio onde leva ao rubro uma audiência incrível no Programa Balancé na Rádio Popular FM em 90.9 de Segunda a Sexta feira das 18H às 20H onde a empatia com o seu público já é uma verdadeira certeza.
Esta é sem dúvida uma aposta e a certeza de ser impossível não dançar e vibrar ao som de BELITO CAMPOS.