Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Marcha da Morte


Uma marcha da morte é uma marcha forçada de prisioneiros de guerra ou outros reféns ou deportados com o propósito de matar, brutalizar, enfraquecer e/ou desmoralizar os prisioneiros ao longo do caminho. Distingue-se desta forma de simples transporte de prisioneiros através de uma marcha a pé. A marcha da morte geralmente consiste de trabalho físico rigoroso e abuso, negligência nos ferimentos e doenças dos prisioneiros, fome e desidratação deliberada, humilhação e tortura, e execução dos que são incapazes de manter o ritmo da marcha. A marcha pode acabar em um campo de prisioneiros de guerra ou campo de concentração, ou pode continuar até que todos os presos são mortos (uma forma de "execução pelo trabalho", como visto no genocídio armênio entre outros exemplos). A assinatura das Convenções de Genebra fez da marcha da morte uma forma de crime de guerra.
Exemplos de marchas da morte
Imagem: Prisioneiros de guerra alemães após a queda de Aachen.