SOS ONU. O TERROR GOVERNA LUANDA. banco millennium Angola, o crematório nazi. Fechar portas e janelas porque terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças, bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

sexta-feira, 19 de Março de 2010

«Diário De Savimbi Em Posse Das FAA»



Lisboa - O malogrado líder da antiga rebelião armada, Jonas Malheiros Savimbi terá deixado as suas memórias concluídas e que terão sido apanhadas na esfrega do choque militar que envolveu a sua coluna e a unidade de elite do vigésimo batalhão das forças armadas angolanas (FAA), a 22 de Fevereiro de 2002, soube o Club-k.net de fonte familiarizada ao assunto.
Fonte: Club-k.net
Líder rebelde deixou dois volumes das suas memórias
De acordo com a fonte, as memórias encontravam-se em forma de manuscrito tendo o autor iniciado a escrever, a partir do Andulo, ao tempo em que o seu partido tinha transformado aquele município em bastião da UNITA. Até ao momento da sua morte, o líder da guerrilha trasia nos seus pertences pessoais “dois manuscritos consigo” e que cujo paradeiro “somente os soldados das FAA, envolvidos naquela operação militar poderão dar-vos a resposta”, segundo disse a fonte que vimos fazer referencia.

A mesma conta que a primeira vez que o velho deu a conhecer que estava a escrever as suas memórias aconteceu no, Andulo, no decorrer de uma palestra em 1998 tendo revelado que o primeiro volume retrataria o inicio da luta armada até o ano de 1991 e a segunda parte faria uma incursão desde 1992 até os últimos dias.

Referendiado como tendo possuído, na Jamba, uma biblioteca pessoal com cerca de 3000 livros, Jonas Malheiro Savimbi é autor de diversas obras, como “a cartilha do guerrilheiro”, editado em 1977, “ A resistência em busca de uma nova nação”, publicada em 1979, “Angola: por um futuro melhor” editado em 86, e o “guia pratico do quadro” que é uma síntese de lições elaboradas pelo mesmo e que serviram de livro de apoio no Centro de Estudos Kapesse Kafundanga, no seu antigo bastião.

Há também diversos livros sobre a sua vida, sendo o mais popular, “Savimbi: uma chave para África” escrito pelo jornalista e biografo Fred Bridland. Quando ambos se zangaram, Bridland tornou a escrever outro livro “mortes em África” retratando os episódios que levaram a tragédia do “caso Tito Chingunji”.

Na década de 80 um escritor togolês Abodoli editou, em frances, um livro sobre Jonas Savimbi que é uma entrevista em que o falecido presidente da UNITA fala da sua trajetória e aborda a perspectiva do futuro. Recentemente o seu partido editou igualmente um livro em sua homenagem contendo entrevistas e discursos feitos entre 1976 a 91 por aquele que foi o fundador do movimento do “galo negro”.

De realçar que está a ser preparada uma tese de doutoramento, sobre Jonas Savimbi e a UNITA, numa universidade britânica. O autor desta obra acadêmica é Justin Pierce, um connhecido jornalista da BBC que mora na África do Sul e que recentemente ficou largos meses no interior de Angola a desenvolver a sua pesquisa nas áreas onde terá passado Jonas Savimbi.

Ainda na senda de livros sobre a UNITA de Jonas Savimbi, apurou-se que o veterano Samuel Chiwale deste partido tem prontas o segundo volume das suas memórias e um outro dirigente Chipindo Bonga anuncio recentemente aos jovens da JURA que também esta a escrever a sua obra histórica.

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