Com a conivência do re­gime, os vampiros con­tinuam a sugar o sangue dos angolanos. António Roque, (português) direc­tor técnico da empresa Damer Gráficas, propriedade do Grupo Media Nova, inaugurada ofi­cialmente a 13 de Novembro de 2008 pelo então ministro da In­dústria, Joaquim David. António Roque é bem claro quan­do, no seu facebook, diz: “COMIGO TUDO EM FORMA, EMBORA NESTA TERRA DE PRETOS. MAS A MALTA RE­SISTE” In FOLHA8

sexta-feira, 19 de Março de 2010

«Diário De Savimbi Em Posse Das FAA»



Lisboa - O malogrado líder da antiga rebelião armada, Jonas Malheiros Savimbi terá deixado as suas memórias concluídas e que terão sido apanhadas na esfrega do choque militar que envolveu a sua coluna e a unidade de elite do vigésimo batalhão das forças armadas angolanas (FAA), a 22 de Fevereiro de 2002, soube o Club-k.net de fonte familiarizada ao assunto.
Fonte: Club-k.net
Líder rebelde deixou dois volumes das suas memórias
De acordo com a fonte, as memórias encontravam-se em forma de manuscrito tendo o autor iniciado a escrever, a partir do Andulo, ao tempo em que o seu partido tinha transformado aquele município em bastião da UNITA. Até ao momento da sua morte, o líder da guerrilha trasia nos seus pertences pessoais “dois manuscritos consigo” e que cujo paradeiro “somente os soldados das FAA, envolvidos naquela operação militar poderão dar-vos a resposta”, segundo disse a fonte que vimos fazer referencia.

A mesma conta que a primeira vez que o velho deu a conhecer que estava a escrever as suas memórias aconteceu no, Andulo, no decorrer de uma palestra em 1998 tendo revelado que o primeiro volume retrataria o inicio da luta armada até o ano de 1991 e a segunda parte faria uma incursão desde 1992 até os últimos dias.

Referendiado como tendo possuído, na Jamba, uma biblioteca pessoal com cerca de 3000 livros, Jonas Malheiro Savimbi é autor de diversas obras, como “a cartilha do guerrilheiro”, editado em 1977, “ A resistência em busca de uma nova nação”, publicada em 1979, “Angola: por um futuro melhor” editado em 86, e o “guia pratico do quadro” que é uma síntese de lições elaboradas pelo mesmo e que serviram de livro de apoio no Centro de Estudos Kapesse Kafundanga, no seu antigo bastião.

Há também diversos livros sobre a sua vida, sendo o mais popular, “Savimbi: uma chave para África” escrito pelo jornalista e biografo Fred Bridland. Quando ambos se zangaram, Bridland tornou a escrever outro livro “mortes em África” retratando os episódios que levaram a tragédia do “caso Tito Chingunji”.

Na década de 80 um escritor togolês Abodoli editou, em frances, um livro sobre Jonas Savimbi que é uma entrevista em que o falecido presidente da UNITA fala da sua trajetória e aborda a perspectiva do futuro. Recentemente o seu partido editou igualmente um livro em sua homenagem contendo entrevistas e discursos feitos entre 1976 a 91 por aquele que foi o fundador do movimento do “galo negro”.

De realçar que está a ser preparada uma tese de doutoramento, sobre Jonas Savimbi e a UNITA, numa universidade britânica. O autor desta obra acadêmica é Justin Pierce, um connhecido jornalista da BBC que mora na África do Sul e que recentemente ficou largos meses no interior de Angola a desenvolver a sua pesquisa nas áreas onde terá passado Jonas Savimbi.

Ainda na senda de livros sobre a UNITA de Jonas Savimbi, apurou-se que o veterano Samuel Chiwale deste partido tem prontas o segundo volume das suas memórias e um outro dirigente Chipindo Bonga anuncio recentemente aos jovens da JURA que também esta a escrever a sua obra histórica.

Sem comentários:

Enviar um comentário