Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Banco Credit Suisse vai deixar de aceitar clientes angolanos




Genebra – O Credit Suisse, um dos maiores bancos suíços, garante que vai deixar de aceitar clientes de países pequenos como Angola, pretendendo focar-se nos clientes "ricos e super-ricos", ou seja, com mais de 800 mil euros em depósitos.

Fonte: Tages-Anzeiger
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"Decidimos focar-nos em certos segmentos e mercados e sair de outros países que são demasiado pequenos", disse o porta-voz da instituição bancária, o que pode implicar, até ao final do ano, deixar de aceitar clientes de mais de 50 países, entre os quais Angola, Congo e Turquemenistão, de acordo com o jornal local Tages-Anzeiger.

Os clientes de outros países, como a Dinamarca ou Israel, terão as suas pequenas contas fechadas, para que o banco se dedique apenas ao segmento de topo, isto é, aos clientes "ricos e super-ricos" com depósitos acima de 800 mil euros.

O banco havia dito em Julho, na altura em que anunciou 850 milhões de euros de lucros no segundo trimestre, uma subida de 32% face ao período homólogo, que planeava deixar de aceitar clientes de mercados mais pequenos, o que lhe permitiria poupar 122 milhões de euros no segundo semestre deste ano.

A pressão sobre os bancos nos últimos anos tem subido no sentido de estas instituições ajudarem a identificar contas ligadas à evasão fiscal, crime organizado e corrupção de alto nível, o que faz com que os custos de seguir os procedimentos regulatórios tenham subido, relembra a AFP.