sábado, 13 de agosto de 2011

Filho de “Kopelipa” compra avião


Lisboa - Até inicio de 2010, um dos filhos do general Manuel Vieira Dias “Kopelipa”, identificado por “Buchechas” passou a dispor o seu próprio jacto privado, o conhecido “Falcon 50” que é uma aeronave fabricada pela francesa Dassault cujo preço de venda ronda a partir de 9 milhões e 900 000 euros - manutenção anual avaliada em 2 milhões de dólares - .

Fonte: Club-k.net
Avaliado em 9 milhões de Euro
O avião do jovem é geralmente usado para as frequentes viagens privadas que faz a parís e Lisboa, na companhia dos seus mais próximos. Um dos profissionais a quem o mesmo convida para "tripular" a sua aeronave é Miguel Prata, piloto ligado a TAAG, de quem é igualmente cunhado.
Embora seja apresentado como empresário, “Bochecha” é igualmente conhecido no círculo restrito do gabinete presidencial, como a figura a quem o pai, Manuel Vieira Dias Júnior “Kopelipa” coloca os bens em nome, razão pela qual, o jovem é visto como um empresário ao estilo de Bento Kangamba: “Que tem dinheiro mas que não dispõe de um gabinete”.
Em círculos internacionais que acompanham a dinâmica do país, notam que a “grande moda” de momento de personalidades da elite angolana é aquisição da aeronave Falcon. Ao tempo que foi Primeiro Ministro, Fernando da Piedade dias dos Santos “Nandó” já havia adquirido a sua própria aeronave que o transporta nas conhecidas e regulares visitas privadas a Londres. Outros rostos notáveis que já dispõem do avião Falcone é Higino Carneiro, Aguinaldo Jaime, Sindica Dukola e Zenú dos Santos que mais usa para transportação dos seus sócios.
De todos os possuidores do “Falcone”, o Presidente da ANIP, Aguinaldo Jaime é o que teve menos sorte. No ano passado quando as autoridades americanas levantaram o caso dos 50 milhões de dólares que ele transferiu para uma conta naquele país, o dirigente angolano despachou no seu avião um mandatário aos Estados Unidos a fim de conversar com as autoridades americanas. Posto naquele país, a aeronave foi confiscada pelas entidades americanas, a pretexto de que o seu nome estaria numa lista de “figuras envolvidas em lavagem de dinheiro”.