segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Yoko Ono adere a campanha por libertação das Pussy Riot


A militante pacifista Yoko Ono aderiu  aos apelos pela libertação de três integrantes da banda feminina Pussy Riot, da Rússia, condenadas a dois anos de prisão por fazerem uma “oração punk” contra o presidente Vladimir Putin numa catedral moscovita.
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- Acho que o Pussy Riot se mantém firme na sua crença pela liberdade de expressão, e deixa todas as mulheres do mundo orgulhosas – disse Ono a jornalistas em Nova York, ao lado do marido e da filha de quatro anos de uma das artistas presas.
Ela concedeu às três mulheres – Nadezhda Tolokonnikova, Maria Alyokhina e Yekaterina Samutsevich  um prêmio em dinheiro que leva o nome do seu falecido marido, o Beatle John Lennon.
Muitas outras personalidades mundiais  como a cantora Madonna, à líder de oposição birmanesa Aung San Suu Kyi,  já manifestaram apoio à libertação das integrantes da banda.
O marido de Tolokonnikova, Pyotr Verzilov, recebeu o prêmio em nome das três, e contou que nesta semana ele e a filha visitaram Tolokonnikova na prisão pela primeira vez em seis meses.
Ele disse que a menina levou para a mãe um desenho no qual planeja a fuga dela. “Ela quebra os muros da prisão e ajuda Nadia a escapar”, contou.
Imagem: Pyotr Verzilov, marido da integrante da band russa Pussy Riot, Tolokonnikova, recebe de Yoko Ono prêmio que leva o nome do seu falecido marido, o Beatle John Lennon