quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Papa Inocêncio VIII morreu bebendo sangue humano


Há mais de 500 anos, em 1492, o Papa Inocêncio VIII estava à beira da morte. Para tentar salvá-lo, um médico sugeriu uma transfusão de sangue – a primeira da história. Mas, como na época o funcionamento do sistema sanguíneo não era conhecido, a transfusão foi feita via oral. Sim, o Papa bebeu sangue humano. Para tornar essa história vampiresca ainda mais aterrorizante, o final dela foi triste para o líder da Igreja Católica da época e para os doadores: todos morreram.
Relata-se que três meninos de dez anos de idade ofertaram seu sangue ao Papa, em troca de um ducado prometido pela Igreja. O primeiro menino faleceu logo após retirarem seu sangue, mas o Papa mostrou uma ligeira melhora após beber o “remédio” bizarro.
Depois da primeira morte, os médicos retiraram menos sangue do segundo “voluntário”, acreditando que o outro tinha morrido devido a grande quantidade de sangue retirada. Após a segunda transfusão oral, o Papa Inocêncio teve febre alta, seus rins pararam de funcionar e ele faleceu – para a sorte da terceira criança, que não teve o sangue retirado. Mas, de acordo com o escritor italiano Stefano Infessura, as outras duas crianças morreram pouco tempo depois.
O Papa Inocêncio VIII não é conhecido apenas pela sua morte digna de filme de terror. Ele é famoso por ter tido 16 filhos com mulheres casadas e ter dado início a “caça às bruxas”, concedendo poderes à Inquisição para prender, torturar e punir suspeitos de feitiçaria. Mesmo após sua morte, ele indiretamente causou outras histórias tenebrosas e derramamento de sangue de milhares de supostos bruxos e bruxas do século XV. [io9/Wikipedia/Mistérios do Mundo]
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