Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Polícia apresenta suspeito de homicídio



Benguela - Um cidadão de 58 anos de idade, suspeito de ter morto a 11 de Dezembro transacto, a estudante universitária Plácida Câmia foi apresentado sábado à imprensa, em Benguela, pelo comando provincial da Polícia Nacional.

Fonte: Angop
Durante o acto de apresentação, o director provincial em exercício de Investigação Criminal, Luís Chimuco (na foto) , disse que o acusado já confessou o crime, alegando ter praticado tal acção por desavenças que teve como causa uma presumível chantagem.

O responsável adiantou que o acusado, que mantinha um relacionamento amoroso com a estudante, afirmou que a vítima pretendia incriminá-lo por ser consumidor de droga pesada, caso não lhe oferecesse uma viatura zero quilometro.

Luís Chimuco apelou a população a estar vigilantes denunciando as acções que atentem contra ordem e tranquilidade pública, visando permitir a tomada de medidas operativas pontuais dos órgãos que intervêm no sistema de segurança pública.

Plácida Câmia Lopes Gonçalves, de 25 anos de idade frequentava o terceiro ano do curso de direito na Universidade Jean Piaget, pólo de Benguela e era funcionaria dos serviços prisionais.