Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Isabel dos Santos desmente acusações de enriquecimento ilícito




Lisboa - Isabel dos Santos, empresária e filha do presidente de Angola, desmentiu as alegações de enriquecimento ilegítimo denunciadas, esta quarta-feira, pela revista norte-americana "Forbes" e acusou um dos coautores, Rafael Marques, de ativismo político.
Fonte: JN
Club-k.net
"As alegações que um ativista político angolano publica na revista "Forbes" sobre Isabel dos Santos são completamente falsas", afirmou à revista "Forbes" uma das fontes oficiais de Isabel dos Santos, num comunicado também enviado para a Agência Lusa.
Considerada pela revista norte-americana como a primeira bilionária de África, a fortuna de Isabel dos Santos foi investigada e analisada num artigo assinado por Rafael Marques e um jornalista da "Forbes", Kerry A. Dolan, que integra a edição em papel de 2 de setembro. O artigo denuncia que a riqueza da empresária vem "ou de ficar com uma parte de uma empresa que quer fazer negócios no país ou de uma assinatura presidencial que a inclui na ação".
Em resposta ao artigo da "Forbes", uma fonte oficial de Isabel dos Santos garantiu, no comunicado, que "nunca o Presidente nem o governo angolanos transferiram ilegalmente ações de empresas para Isabel dos Santos ou para quaisquer empresas controladas por esta empresária".
"Isabel dos Santos é uma empresária independente e uma investidora privada, representando unicamente os seus próprios interesses", acrescenta a fonte oficial.
De acordo com o comunicado, os "investimentos em empresas angolanas e/ou portuguesas são transparentes e têm sido realizados através de transações baseadas no princípio de plena concorrência, envolvendo entidades externas, tais como reputados bancos e escritórios de advogados".

Rafael Marques foi ainda descrito como "um conhecido ativista político que, patrocinado por interesses escondidos, passeia pelo mundo a atacar Angola e os angolanos.