Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Luanda. Cinco bancos, além do BESA, com problemas nas contas





Investigação do Expansão revela que as contas de 2013 de BPC, Sol, BCI, Keve e BANC não passaram imaculadas no crivo dos auditores independentes, porque apresentam provisões para créditos de liquidação duvidosa insuficientes. Foram as insuficiências nas provisões que levaram o BESA ao tapete.

http://expansao.sapo.ao/Artigo/Geral/51801

Mais cinco bancos angolanos, além do Banco Espírito Santo (BESA), que acabou por ser intervencionado pelo Banco Nacional de Angola (BNA), viram as suas contas de 2013 aprovadas com reservas dos auditores externos, de acordo com uma investigação do Expansão aos relatórios e contas das 22 instituições bancárias com actividade no exercício económico do ano passado.
Além do BESA, as instituições que registam reservas às demonstrações financeiras do ano passado foram, por ordem decrescente de activos, as seguintes: Banco de Poupança e Crédito (BPC), Banco Sol, Banco de Comércio e Indústria (BCI), Banco Keve e Banco Angolano de Comércio e Negócios (BANC).
Das cinco instituições bancárias, a que apresenta maior número de reservas é o BCI, que viu os auditores da KPMG questionarem os valores inscritos em cinco rubricas do respectivo balanço, seguido do BANC, com duas. Os restantes bancos registam apenas uma reserva.