Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Berardo vai testemunhar no processo-crime contra antigos gestores do BCP na quarta-feira

 

O empresário Joe Berardo, acionista de referência  do BCP, vai testemunhar na quarta-feira de manhã no julgamento do processo-crime  instaurado pelo Ministério Público contra quatro antigos altos quadros do  BCP, entre os quais Jardim Gonçalves. 

 http://sicnoticias.sapo.pt

A informação foi confirmada hoje à agência Lusa por Berardo, que foi  arrolado como testemunha de acusação neste processo-crime pelo Ministério  Público. 
O Ministério Público acusa dois antigos presidentes do BCP, Jardim Gonçalves  e Filipe Pinhal, e dois ex-administradores do banco, Christopher de Beck  e António Rodrigues, dos crimes de manipulação de mercado e falsificação  de documentos, tendo o julgamento arrancado no final de setembro do ano  passado nas Varas Criminais de Lisboa. 
Isto, depois de ter estado em 'banho-maria' durante quase um ano, devido  à participação dos quatro arguidos num outro processo, de recurso às coimas  aplicadas a nove antigos altos quadros do banco pela Comissão do Mercado  de Valores Mobiliários (CMVM) por prestação de informação falsa ao mercado  entre 2002 e 2007. 
Refira-se que a sentença do julgamento que opõe o supervisor do mercado  aos antigos gestores do BCP, entre os quais se destaca o fundador do banco,  Jardim Gonçalves, vai ser proferida a 18 de janeiro, pelas 17:00. 
De resto, Joe Berardo já tinha sido chamado a testemunhar nos processos  do Banco de Portugal (que conta com sete arguidos) e da CMVM, contudo, na  altura (meados de setembro de 2011 e início de setembro de 2012, respetivamente),  por iniciativa dos advogados de defesa dos arguidos. 
Em ambas as ocasiões, o empresário madeirense reiterou em tribunal que  desconhece a procedência dos envelopes que continham documentação sobre  alegadas operações ilegais da gestão do BCP, que o levaram em 2007 a fazer  uma denúncia às autoridades. 
Lusa