Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Como derrotar seus inimigos na internet


Nos primórdios, a internet era um lugar sem malícia nem maldade, com pureza e boas maneiras. Já hoje, é um lugar em que abundam o horror e a grosseria.
O abuso hoje chega de todos os cantos, de amigos a completos desconhecidos; sempre tem alguém colocando um comentário desagradável em uma foto, mandando um insulto via twitter, etc.
O que fazer se alguém resolve te atacar online? Chorar? Sentar e aguentar? Não. Você sobrevive. Prevalece. Veja aqui as dicas para lidar com estes tipinhos:
Leve ameaças a sério
Se alguém, via internet, ameaçar e prometer te atacar fisicamente, procure a polícia. Não importa quem, ou quando.
Mas se as coisas forem menos severas, você pode…
Resolver isto offline
Se um amigo resolver ser um idiota na internet, tente resolver isto fora dela. Apesar de parecer um lugar mágico, a web não é um bom lugar para expressar sua sinceridade. As chances de um mal-entendido mútuo online são muito grandes, e podem piorar a situação. Marque um encontro face a face e enterre a machadinha da guerra lá.
Dedurar
É muito fácil insultar alguém online. E é igualmente fácil reclamar com as autoridades sobre isto. É motivo de vergonha dedurar pessoas no jardim de infância, ou na máfia. Mas não online. Dedurar é uma das ferramentas no seu cinto de utilidades, não um sinal de fraqueza.
O Twitter não tem uma política formal contra alguém que está simplesmente sendo idiota. Mas ameaças reais, invasão de privacidade e spam são todos proibidos – bem como os tweets abusivos, o que é um conceito meio “nebuloso”. Se você acha que está sofrendo abuso, que a discussão foi deixada para trás, denuncie as mensagens abusivas. Se o Twitter concordar contigo, teu antagonista será repreendido ou suspenso.
O mesmo vale para o Facebook: cada mensagem pode ser denunciada diretamente à polícia de internet do Zuckerberg – e para sua sorte, o Facebook é muito mais restrito que o Twitter. No papel, pelo menos. “O Livro” tem a seguinte declaração para seus usuários:
Você não irá intimidar, assediar ou praticar bullying contra qualquer usuário.
Você não publicará conteúdo que: contenha discurso de ódio, seja ameaçador ou pornográfico; incite violência; ou contenha nudez ou violência gráfica ou desnecessária.
É extremamente fácil denunciar coisas que você não gosta. Se o Facebook também não gostar, o transgressor pode ter suas mensagens excluídas ou ser suspenso do serviço.
O G-mail, como os serviços de e-mail em geral, é meio parecido com o “Oeste Selvagem”. A menos que você receba uma linha dizendo “eu vou te estrangular esta noite”, você está por sua própria conta. O Google fornece uma área de denúncia de abuso, mas neste caso uma chamada à polícia deve ser sua primeira atitude. Em um tribunal, e-mails são aceitos como provas.
Ignorar
O caminho da altivez moral não é divertido, mas se ele fosse, não seria altivo nem moral. Você pode se sentir satisfeito vendo seu inimigo banido do Facebook ou Twitter, mas talvez a melhor satisfação é não dar a eles nenhuma satisfação. Tweets ameaçadores? Ignore-os. Mensagens rudes? Ignore-as. Comentários ridículos no Facebook? Ignore-os. Tratar com o silêncio é a melhor maneira de deixar um valentão entediado, fazendo com que ele procure uma reação em outro lugar.
Blindar-se
Bloqueie e apague. Você provavelmente não vai querer nada que te insulta no teu mural, é claro. Então delete e bloqueie o infame sem vergonha. Se você quer realmente incomodar alguém, oculte seu mural e fotos, sem bloquear tudo completamente – basicamente, um dedo-do-meio para a pessoa, embora não seja a atitude mais madura. Crie um filtro no G-mail que mande a mensagem de um remetente indesejado direto para a lixeira, e certifique-se de que eles saibam disso antes. Bloqueie-os no Twitter. Vai ser como se os chatos nunca tivessem existido.
Revidar
Naturalmente, também existe a opção do contra-ataque. É arriscado, e talvez até mesmo desaconselhável, mas um troll pode ser imobilizado pelo poder da tua digitação.
Eu sou feio? Não, você é feio, e todos sabemos disso por que ninguém te quer. Oh, eu sou um idiota por que falei tal coisa? Aqui vai uma explicação inteligente de 500 palavras mostrando que você é quem não sabe do que está falando. Postou uma foto embaraçosa minha no Facebook? Legal! Aqui tem um álbum daquela vez que você vomitou no meu porão. Talvez eu deva marcar os teus pais no meio da meleca.
É mesquinho? Sim, é. Pode piorar a situação? Sim. Mas dá uma alegria perversa em brigar pela internet? Claro – isto está na alma da web. Só que fique preparado para uma briga longa que vai degradar publicamente todos os envolvidos.
Ou, como dizem por aí, quando você ganha uma briga na internet, você não fica parecendo um vitorioso, mas um retardado. Ou um retardado vitorioso, mas ainda um retardado. E tome cuidado se você resolver tirar a limpo a situação offline. Alguém pode levar uma pescoçada. Literalmente.[TechnoLog, Gizmodo]