Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Segredo para um casamento feliz: não perdoe (o tempo todo)


Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, a prática de “perdoar e esquecer” nem sempre é a melhor solução para resolver conflitos em um relacionamento.
Em um de seus estudos mais recentes, o psicólogo James McNulty, professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Tenessee (EUA), encontrou possíveis efeitos negativos na bem-intencionada prática do perdão. Para isso, ele entrevistou 72 casais que estavam no primeiro matrimônio e juntos há pelo menos seis meses.
“Todos nós experimentamos momentos em um relacionamento nos quais o parceiro faz algum tipo de transgressão contra nós”, diz McNulty. Infidelidade, impaciência, falta de companheirismo ou irresponsabilidade financeira: nenhum relacionamento está livre de problemas como esses. “Quando isso acontece, nós temos que decidir se vamos ficar nervosos e alimentar a raiva, ou perdoar”.
Ao longo de pesquisa, foram detectados diversos fatores que podem interferir na efetividade do perdão, tais como o temperamento do parceiro (afável ou intransigente) e a severidade e frequência da transgressão.
Perdoar ou enfrentar
“Acreditar no perdão do companheiro leva pessoas afáveis a buscar não ofendê-lo mais, e pessoas indóceis a fazer o contrário”, aponta o pesquisador. Além disso, ele ressalta que a agressividade pode ser importante para sinalizar a gravidade da transgressão – e, dependendo da situação, fazer com que o outro pense duas vezes antes de “pisar na bola” de novo.
Embora tenha constatado que responder com firmeza a um problema ao invés de simplesmente relevá-lo pode trazer benefícios duradouros ao relacionamento, McNulty lembra que não há uma solução que funcione em todos os casos. “As consequências de cada decisão que tomamos em nossos relacionamentos depende das circunstâncias que cercam essa decisão”, ressalta.
Durante uma briga de casal, considere que uma atitude menos amigável pode ser a mais indicada.[Daily Mail UK] [Personality and Social Psychology Bulletin]